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Com a aprovação da proposta de reforma da Previdência na Câmara dos Deputados nessa quarta-feira (7), o texto segue para o Senado. O senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), escolhido relator da reforma da Previdência apresentará um parecer a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) sobre a reforma.

O assunto foi repercutido pelos jornalistas Luzenor de Oliveira e Beto Almeida, no Bate Papo Político do Jornal Alerta Geral (Expresso Fm 104.3 na Grande Fortaleza + 26 emissoras no Interior + Redes Sociais) desta sexta-feira (9).

Luzenor comenta que o senador Tasso Jereissati pretende preservar o texto aprovado pela Câmara Federal para evitar que qualquer alteração na proposta previdenciária, feita pelo Senado, volte para a análise dos deputados federais.

“Provocando assim atraso ainda mais, dentro da expectativa do calendário do Governo Federal de ver promulgada essa mudança na Constituição Federal até o final de setembro”, afirma o jornalista.

Se o Senado mantiver o texto aprovado pela Câmara, a reforma seguirá para promulgação. Se os senadores modificarem a proposta, a PEC voltará à Câmara para nova análise dos deputados.

Confira mais informações com o correspondente Carlos Alberto Pereira:

Para Beto Almeida, Tasso prevê uma agilidade na tramitação do projeto na Casa. O jornalista ressalta que essa questão está relacionada a aprovação do texto principal, mas que o senador ainda articula sobre eventuais mudanças, como a inclusão de estados e municípios, que devem ser discutidas em outra PEC. “O que foi aprovado na Câmara não inclui os servidores dos estados nem dos municípios”, destaca Beto.

Sistema de Capitalização

Luzenor destaca que outro tema que voltou à discussão o Sistema de Capitalização.  Para o jornalista “O sistema de capitalização gera arrepios entre lideranças sindicais e também críticas pesadas de partidos de oposição, por um simples motivo: a insegurança no futuro.”

A capitalização é uma espécie de poupança que o próprio trabalhador faz para assegurar a aposentadoria no futuro. O regime atual é o de repartição, pelo qual o trabalhador ativo paga os benefícios de quem está aposentado.

Confira mais informações com o correspondente Carlos Silva:

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