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O Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) levou o Estado do Ceará a entrar na agenda do Congresso Nacional. O TCM, extinto por decisão da Assembleia Legislativa, mas ressuscitado por uma liminar da presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Carmen Lúcia, provocou a apresentação de uma a Constituição Federal que tenta preservar os tribunais de contas dos municípios de todo Brasil. O cabo de guerra no Ceará tem….de um lado, os aliados do Governador Camilo Santana e, do outro lado, os grupos do ex-vice-governador e conselheiro Domingos Filho e do presidente do Senado Federal, Eunício Oliveira. O grupo de Camilo quer o fim do TCM. Domingos Filho luta para manter vivo o Tribunal de Contas dos Municípios e encontrou o senador Eunício Oliveira como forte aliado para nacionalizar o debate de um assunto que nasce no Ceará, mas desperta interesse em outros estados. O TCM é o órgão responsável pela fiscalização do dinheiro público administrado pelos Municípios e Câmaras de Vereadores, mas há muito tempo tem a sua eficácia questionada. O deputado estadual Heitor Férrer considera que não necessidade do TCM para fiscalizar o dinheiro das Prefeituras e Câmaras Municipais e que, se extinto o TCM, o Ceará economizaria, por ano, pelo menos, 100 milhões de reais. Heitor não perdeu a briga e vai insistir na luta para sepultar o Tribunal de Contas dos Municípios. O presidente do TCM, Domingos Filho, se contrapõe ao discurso de Heitor Férrer e o acusa de fazer o jogo político do governador Camilo Santana. O debate é bom, é saudável, é necessário, mas, no fundo da discussão politica ética, está a eleição de 2018 ao Governo do Estado e ao Senado. Confira o editorial completo no player abaixo:

Editorial 06.12