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No rateio de recursos para os apoios partidários à chapa Dilma-Temer na eleição de 2014, a Odebrecht se responsabilizou pelos R$ 30 milhões para PRB, PROS, PCdoB, PDT e PP, mas na última hora o PP ficou de fora. Executivos da Odebrecht informaram a investigadores que outra empresa pagou ao PP.

O apoio desses partidos, que teria sido negociado pelo PT, garantiu à campanha 2 minutos e 39 segundos de propaganda na TV. Os mesmos narradores contam que, além do PP, o PSD também recebeu de outra fonte “por meio de caixa 2”.

Investigadores dizem que executivos da Odebrecht não souberam apontar quem financiou PP e PSD. Mas a firma suspeita que esses dois partidos devem ter recebido mais do que os outros, uma vez que a fonte pagadora mudou.

O presidente do PP, Ciro Nogueira, diz que não comenta delação premiada. A Coluna não conseguiu contato com o PSD. A Odebrecht não se manifesta sobre delações. Edinho Silva, ex-tesoureiro da campanha de Dilma, afirma que nunca tratou de compra de apoio partidário.

Com informações O Estado de São Paulo