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Os brasileiros continuam no jogo de cintura para escapar dos juros rotativos do cartão de crédito, mas o desemprego e o aperto no orçamento doméstico deixam muita gente pendurada nas dívidas. O adiamento dos pagamentos gera um efeito cascata, com dívidas sempre crescentes e juros extorsivos. Os juros são assustadores e, nesse momento, vale à pena um esforço redobrado para um bom entendimento com as empresas de cartão de crédito. Há motivos de sobra para essa negociação: o Banco Central revelou, nessa quinta-feira, que, em dezembro, os juros rotativos do cartão de crédito chegaram a 484,6% por cento ao ano. É o maior patamar da história. Ou seja, quem deixa a dívida rolar mês a mês no cartão de crédito, pode chegar ao final de um ano com cinco vezes mais o valor do débito inicial. Uma conta que nunca fecha e deixa muitos consumidores apavorados não apenas com o débito, mas, também, com o nome sujo na praça. A ciranda financeira com os juros abusivos deixa, pelo menos, um terço dos brasileiros que não conseguem pagar a conta mensal do cartão de crédito na condição de inadimplentes. Confira o editorial completo no player abaixo:

Editorial 27.01