Ozires elogia Ciro, o convida para o PSDB e destaca que união do ex-presidenciável com Tasso deixará bloco governista com medo em 2026

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O presidente da Executiva Estadual do PSDB, Ozires Pontes, classificou o ex-presidenciável Ciro Gomes como uma das mentes mais brilhantes do Ceará, o convidou para o ninho tucano e afirmou que a união com o ex-governador Tasso Jereissati formaria uma aliança para deixar o bloco governista com medo nas eleições de 2026.

“Ciro é um grande amigo, uma das mentes mais brilhantes do Ceará. Ele e o Tasso são amplamente reconhecidos como os principais agentes da transformação do Ceará”, disse Ozires, ao lembrar que, no ciclo Tasso-Ciro, o Estado avançou não apenas no contexto econômico, com a Barragem do Castanhão e o Porto do Pecém, mas, também, com as boas práticas na gestão administrativa.

Ozires, que exerce o primeiro mandato de prefeito do Município de Massapê, afirma que, do ponto de vista administrativo, Tasso e Ciro acabaram com o empreguismo e deram fim ao modelo de nomeação de ocupantes de cargos e de diretores de escolas para atender a critérios partidários, políticos e eleitorais, fortalecendo, assim, a formação e a capacitação técnica.

RETORNO DE UM ESTADISTA

Ozires se disse animado com a possibilidade de Ciro Gomes voltar ao PSDB e concorrer ao Governo do Estado em 2026. Seja pelo PSDB ou por qualquer outro partido, a entrada de Ciro na disputa ao Palácio da Abolição, segundo Ozires, renova a esperança do retorno de bons tempos políticos e administrativos no Ceará.

“Trata-se do retorno de um grande estadista. Como presidente estadual do PSDB, fico feliz em ver um projeto sério e responsável ganhando forma, com os olhos voltados para o futuro. Isso nos enche de entusiasmo. O PSDB está totalmente à disposição de Ciro’’, reforçou o líder tucano, ao lembrar que a relação política entre Ciro e Tasso começou em meados dos anos 80.

Ozires faz o aceno para o ex-presidenciável em um contexto de mudanças no cenário partidário: o PSDB discute uma fusão com o Podemos, enquanto Ciro vive momentos de desconforto no PDT.

Os pedetistas enfrentam divisões internas, com uma ala fiel ao Governo Lula e outro grupo descontente com o Palácio do Planalto após o então ministro da Previdência Social, Carlos Lupi, perder o cargo em meio ao escândalo de descontes indevidos em aposentadorias e pensões do INSS.