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Para muitos brasileiros, o celular concentra toda a vida profissional, social e familiar. No aparelho estão seus contatos, a agenda, o trabalho, registros de fotos e vídeos da família. Agora, cada vez mais usuários estão usando o smarthphone para resolver as questões bancárias e fugir do atendimento físico nas agências.

Até 2022, o número de transações móveis deve crescer 32% e físicas apenas 7%, segundo estimativas de uma empresa global de tecnologia financeira. A quantidade de transações com movimentações financeiras por celular aumentou 80% somente no ano passado em comparação ao ano anterior, segundo dados da Federação Nacional dos Bancos. Em 2018 foram feitos 2,5 milhões de pagamentos e transferências (incluindo DOC e TED), superando o internet banking. O número de transações bancárias feitas pelo celular, por meio de aplicativos, cresceu 24% em 2018.

As mudanças que devem ser implementadas pelo Banco Central, em 2020, vão acelerar ainda mais a utilização de tecnologia nos meios de pagamento, reduzir custos e dar mais praticidade. A primeira será o Open Banking com o estabelecimento de um conjunto de regras para permitir o compartilhamento de dados dos clientes entre instituições financeiras, com autorização do usuário. A segunda é o pagamento instantâneo com um sistema que permitirá transferência digital e imediata, e a baixo custo. A expectativa é que as operações deixem de ser concentradas só nos bancos e que novos operadores, como as fintechs — empresas que trabalham com serviços financeiros —, sejam autorizados a participar do mercado.

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