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O Centrão, formado por partidos como PP, PR, PRB, DEM e Solidariedade, já discute nos bastidores como será um eventual segundo turno presidencial da disputa sem Geraldo Alckmin (PSDB), candidato que formalmente recebe apoio do grupo. Se Bolsonaro for para o segundo turno, a tendência é que pelo menos o DEM e o PTB apoiem o capitão reformado do Exército. Políticos que tentam a reeleição já se sentem liberados para cuidar da campanha, independente do apoio a Alckmin.

Reportagem do Jornal O Estado de São Paulo desta segunda-feira, 24, destaca que “atualmente, a maior parte dos parlamentares e políticos de partidos aliados a Alckmin tem se empenhado pouco pelo tucano, que está estagnado nas pesquisas. Além disso, quem tenta a reeleição já recebeu repasses de dinheiro do fundo eleitoral e se sente ‘liberado’ para cuidar da própria campanha”.

A matéria acrescenta que o senador Cristovam Buarque (PPS-DF) avalia hoje que a decisão de apoiar Alckmin foi equivocada. “O PPS cometeu um grande erro. Se lançasse o Raul Jungmann (ministro da Segurança), talvez pudesse ser uma alternativa”, afirmou ele. “Agora, vamos ter de optar entre a catástrofe e o desastre, entre o furacão Florence e o tufão Mangkhut”. Para o senador, que concorre à reeleição, a estratégia do voto útil para enfrentar o PT dificilmente surtirá efeito neste momento.

Com informações do Jornal O Estado em São Paulo