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O fluxo de análises de pedidos do  auxílio-doença aumentou devido a pandemia de coronavírus. De acordo com o  presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Leonardo Rolim, a expectativa é que nesta semana os requerimentos do benefício feitos no início da pandemia do novo coronavírus no Brasil já tenham sido praticamente zerados.

A informação traz expectativas para milhares de cearenses da Grande Fortaleza e do Interior do Estado que solicitaram o auxílio.

A Covid-19, de acordo com Rolim, ajudou o INSS a reduzir o estoque de pedidos. Isso porque, com as agências fechadas, mais servidores puderam ser deslocados para a análise de benefícios. Com a pandemia, o governo federal também ampliou a faixa de renda para ter direito ao benefício assistencial (BPC/Loas), que é pago a idosos acima de 65 anos carentes e pessoas com deficiência de baixa renda. No entanto, segundo Rolim, a mudança não começará a valer tão cedo.

O auxílio-doença tem um tratamento diferenciado, ele tem um sistema próprio, da perícia, e em função da pandemia se desenvolveu um novo sistema para fazer a antecipação. Já os demais benefícios são monitorados e executados em um outro sistema. Então, em relação aos demais pedidos, são cerca de 300 mil requerimentos ainda dependendo de análise do INSS.

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