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A transmissão do novo coronavírus já é uma realidade entre os cearenses. Por isso, a orientação para a população é, sempre que possível, permanecer em casa. Segundo o médico infectologista Anastácio Queiroz, a medida contribui para o distanciamento social e, consequentemente, reduz os riscos de contágio de pessoa para pessoa.

“Se você tiver como trabalhar de casa, faça, porque, ao sair, você corre risco de se contaminar e até de contaminar alguém”, afirma.

O especialista afirma que o “isolamento domiciliar” é recomendado em três situações. A primeira é quando alguém tem a suspeita de estar contaminado ou tem diagnóstico confirmado. Neste caso, o paciente deve permanecer no próprio quarto e evitar circular dentro de casa sem máscara. A hospitalização só é recomendada em casos de agravamento da doença.

A segunda situação é em caso de retorno de viagem internacional ou de área com histórico de contaminação. Recomenda-se que a pessoa permaneça em isolamento por, pelo menos, 14 dias, período de incubação do vírus. Se não houver manifestação de sintomas nesse período, é provável que a pessoa não tenha sido infectada. “Infelizmente, já se sabe que o vírus em algumas pessoas é assintomático, ou seja, não tem sintomas visíveis ou os sinais são bem leves. Então é preciso ficar atento”, ressalta.

A terceira situação, segundo o especialista, é a que o cearense está enfrentando neste momento.

“Ficar em casa evita que o vírus circule. A curva do pico de contaminação reduz e o sistema de saúde consegue atender quem precisa”, explica. Anastácio Queiroz destaca que, se um paciente estiver em casa e apresentar sintomas leves da doença, é melhor ele permanecer no domicílio.

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