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A Procuradoria-Geral da República (PGR) pode não ter mais Raquel Dodge no comando em 2019, caso o candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, vença a eleição deste ano, marcada para o próximo dia 28 de outubro – o mandato de Dodge vence em setembro de 2019. O novo presidente pode reconduzi-la, ou não, ao cargo por mais dois anos.

Advogados e juízes ligados ao grupo mais próximo do presidenciável dizem que o assunto nem sequer está no radar dele. E afirmam que, dado o trabalho da procuradora-geral, considerado sério, ela poderia, sim, ser mantida no cargo.

Além disso, Dodge teria apoio da classe para permanecer — e Bolsonaro não iria criar uma zona de atrito justamente com os procuradores. A hipótese de mudança preocupa integrantes do Ministério Público Federal e já é assunto até entre ministros de tribunais superiores — muitos apostam que ela será preterida na escolha. Em abril, a procuradora-geral denunciou Bolsonaro ao STF (Supremo Tribunal Federal) por racismo.

Com informações do Jornal Folha de São Paulo

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