De acordo com estudos do Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece), nos últimos dois anos mais de 59 mil crianças deixaram a extrema pobreza. O número é o menor desde o início da série histórica, em 2012.
Em números absolutos são 59.178 crianças fora da linha da extrema pobreza no Ceará. A taxa de extrema pobreza infantil, somada na faixa etária de criança entre 0 e 6 anos, caiu para 10,6% em 2024. Sendo o menor patamar, desde 2012, quando foi iniciada a série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado representa uma redução de 4,9 pontos em relação ao ano de 2023 (15,5%).
Comemorando o dado divulgado, o governador Elmano de Freitas comentou sobre trabalhos que auxiliaram na diminuição no número de extrema pobreza.
“Esse resultado mostra que estamos no caminho certo com políticas sociais, como o Ceará Sem Fome, que garante comida na mesa para quem mais precisa, e o Cartão Mais Infância, que já apoia mais de 150 mil famílias com crianças em situação de vulnerabilidade”, pontuou Elmano.
Políticas públicas realizadas no Ceará contra a extrema pobreza
No Ceará, as políticas públicas e programas sociais tem ganhado força e ajudado a população. Consolidado como política pública no Estado em 2021, o Cartão Mais Infância chega a 150 mil famílias mensalmente. Apenas em 2025 já foram investidos R$ 75 milhões para atender às famílias com crianças entre 0 e 5 anos e 11 meses inscritas no benefício.
Outra ação do governo estadual que tem impactado diariamente na vida de cearenses em situação de vulnerabilidade, é o Ceará Sem Fome. O cartão do programa atende cerca de 50 mil famílias mensalmente, com um valor de R$ 300 para compra da alimentação. Além disso, o programa conta com mais de 1.300 cozinhas, que somam mais de 125 mil refeições diárias a quem mais precisa.
Informações – Casa Civil
