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A Petrobras comunicou na tarde desta terça-feira um reajuste médio de 3,6% nos preços do GLP industrial e comercial que entrará em vigor em suas refinarias a partir desta quarta-feira. O último reajuste de preços do produto foi no último dia 8, de 7,1% em média.

O GLP empresarial representa cerca de 30% da demanda total de GLP no país, e é vendido em embalagens de 20kg, 45kg, 90kg e 190kg, além de vendido a granel para reabastecimento em tanques.

De acordo com o Sindigás, que reúne as empresas distribuidoras de GLP no país, com esse reajuste, os preços cobrados pela Petrobras para o GLP industrial estão 35,7% acima dos preços de paridade do produto importado. O presidente do Sindigás, Sérgio Bandeira de Mello, criticou a política que a Petrobras vem adotando em relação ao GLP, afirmando que os maiores aumentos de preços são, na verdade, para subsidiar o GLP residencial, vendido em botijões de 13 quilos.

– O setor comercial e industria,l que já está sofrendo com a crise econômica do país, está arcando com os subsídios cruzados que a Petrobras vem fazendo para o botijão de 13 quilos. O Sindigás não entende como a Petrobras faz subsídios – reclamou Sérgio Bandeira de Mello.

Em nota, o Sindigás afirma que em sua avaliação, “esse ágio vem pressionando ainda mais os custos de negócios que têm o GLP entre seus principais insumos, impactando de forma crucial empresas que operam com uso intensivo de GLP.”

 

Com informações O Globo