free download wamp server for windows 10 free microsoft office 2016 free 32 bit zip free adobe indesign cs6 license free galaxy shooter game for pc windows 10 professional oem means free

O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, minimizou o impacto da Operação Eficiência, deflagrada nesta quinta-feira, 26, pela Polícia Federal, que apura o esquema de corrupção na gestão de Sérgio Cabral, da qual ele foi vice-governador, e disse que não acredita que ela possa aumentar a resistência da Assembleia do Rio de Janeiro e da população em relação à aprovação das medidas de ajuste que serão implementadas, conforme acordo assinado nesta quinta entre o Estado e União. “É um momento histórico para o Rio, onde o Rio celebra o acordo com a união e nada pode apagar esse momento, temos que tocar em frente”, disse o governador ao lado do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, e do presidente da Alerj, Jorge Picciani.

Pezão salientou que o acordo de socorro financeiro ao Estado está sendo elaborado há mais de seis meses. “Não foi fácil”, disse, destacando que as medidas são factíveis e podem tornar o Estado “novamente viável”. “Vamos zerar o nosso déficit. A partir de 2019, o Estado vai ter mais tranquilidade, meu sucessor vai ter mais tranquilidade”, disse.

O governador disse que a operação da PF desta quinta é uma demonstração de que as instituições estão funcionando e destacou que tem tranquilidade em relação à sua passagem pelo governo anterior.

“Temos que saudar que as instituições estão funcionando, as apurações em andamento e é preciso dar o direito de defesa”, disse. “Mas a gente tem consciência, fui coordenador de infraestrutura e muito das questões levantadas, principalmente no TCU, já respondemos a mais de 95% das questões. Temos muita tranquilidade nas obras que fizemos”, reforçou Pezão.

Apoio

Pezão disse ainda que a Alerj já aprovou várias medidas de aumento de receitas e corte de gastos e disse que as medidas do acordo desta quinta devem sensibilizar o legislativo fluminense. “O Picciani tem nos apoiado”, disse. O governador afirmou que o Estado está voltando à despesa de custeio de 2009/2010 e destacou algumas vezes a queda do preço do barril do petróleo como uma das causas da crise financeira do Rio. “Tivemos essa maldição da queda do preço do barril de petróleo, não é trivial” disse, ressaltando que as indústrias do Estado passam por momentos difíceis.

Ele citou ainda a Petrobras e disse que a crise envolvendo a estatal afetou muito o Estado. “A Petrobras em crise afeta a nossa arrecadação”, afirmou.

Segundo Pezão, o projeto chegará para votação na Alerj “com instrumentos que permitem colocar o salário em dia e suspensão de dívida”. “O importante é que a gente possa atender os 16 milhões de cariocas e fluminenses que esperam esse momento (de receber salários atrasados)”.

Fonte: Estadão Conteúdo