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O Ceará foi manchete no noticiário nacional após a Polícia Federal deflagrar a Operação Onzenário para investigar suposto esquema entre agentes públicos estaduais, ex-gestores de instituições financeiras e empresários. Entre 2008 e 2014, eles teriam atuado no direcionamento ilícito de operações de crédito consignadas em folha de pagamento dos servidores do governo do Ceará.

Os agentes cumprem quatro mandados de prisão temporária e também fazem 26 buscas em municípios cearenses e em São Paulo e Salvador. As ordens foram expedidas pela Justiça Federal que ainda bloqueou valores em contas dos investigados. 

Um dos alvos da ação é o atual secretário estadual de Turismo, Arialdo Pinho. No período investigado, Pinho era secretário da Casa Civil. Um genro do secretário, empresário e contador, que não teve a identidade revelada pela PF, é alvo de um dos mandados de prisão cumpridos hoje. Os crimes investigados são de associação criminosa, corrupção, fraude em licitação, crimes contra o sistema financeiro nacional e lavagem de dinheiro, culminando em enriquecimento ilícito dos investigados. O nome da operação, Onzenário, remete a agiotagem ou cobrança extorsiva de juros.

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