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As articulações políticas avançam e a partilha de cargos do Governo Federal para fortalecer a base de apoio parlamentar ao Palácio do Planalto chega ao Banco do Nordeste, que, de acordo com informação antecipada, na noite deste domingo, pelo Jornal O Estado de São Paulo, ficará com o Partido Liberal, comandado pelo ex-deputado federal Waldemar Costa Neto.

A reportagem destaca que, para o lugar do atual presidente do BNB, Romildo Rolim, assumirá Alexandre Borges Cabral, ex-presidente da Casa da Moeda entre julho de 2016 e junho de 2019 por indicação de outra legenda do bloco, o PTB. Romildo vem se sustentando no comando da instituição pelas qualidades técnicas, embora tenha chegado à Presidência do Banco em 2017 pelas mãos do então presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB).

O presidente Bolsonaro manteve, até meados deste semestre, as diretrizes do Ministério da Economia para não mexer no BNB, mas a necessidade de constituir uma base parlamentar que o garanta sustentação na Câmara Federal o fez dividir os cargos para atrair novos aliados.

O BNB que, no mês passado, anunciou uma linha de crédito de R$ 3 bilhões para novos empreendimentos nos estados do Nordeste e no Estado de Minas Gerais, é a joia da coroa entre os órgãos cobiçados pelos novos aliados do Governo Bolsonaro. Os recursos são oriundos do Fundo Constitucional do Nordeste (FNE). Em 2019, o banco desembolsou R$ 42,16 bilhões em mais de 5,3 milhões de operações. Se confirmada a troca no comando do BNB, o deputado federal Mano Júnior, do PL, passa a dar as cartas em uma fatia da política do Ceará.

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