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Pelo segundo dia seguido, a Polícia cearense fecha um local onde funcionava uma casa de jogos de azar, conhecido popularmente por “bingo”, em Fortaleza. Dessa vez a ação foi realizada por policiais militares lotados no Comando Tático Motorizado (Cotam) do Batalhão de Polícia de Choque (BPChoque) da Polícia Militar. Foram apreendidas 39 máquinas caça-níquéis, no bairro Aldeota – Área Integrada de Segurança 01, na quinta-feira (18). No dia anterior, a Polícia Civil já havia fechado outro ponto na Praia de Iracema, o que culminou nas apreensões de 54 equipamentos.
Após denúncia sobre um imóvel, na Rua Desembargador Leite Albuquerque, onde havia indícios que ocorriam atividades ilícitas, a equipe do Cotam diligenciou até o endereço para verificar a informação. Chegando lá, os profissionais de segurança constataram que se tratava de uma casa de “bingo”. Três funcionários foram encaminhados para o 2° Distrito Policial (DP), mas uma quarta pessoa, que seria a proprietária, conseguiu empreender fuga ao perceber a chegada do BPChoque. Foram apreendidas 39 máquinas, além de cadernos de anotações e peças de computadores.
O material também foi encaminhado para a delegacia distrital, onde foi lavrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) por contravenção penal. Agora, a Polícia Civil investiga o crime visando identificar o dono do estabelecimento. Já as máquinas serão analisadas pela Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce).
Apreensão na Praia de Iracema
A ação conduzida por policiais civis do 2° DP ocorreu na noite de quinta-feira (17), na Praia de Iracema. Foram apreendidas 54 máquinas caça-níqueis e cinco funcionários foram conduzidos para prestar esclarecimentos. As investigações iniciaram após denúncias anônimas acerca da realização do crime em um clube situado na Rua Itapipoca. De acordo com o delegado Carlos Teófilo, que presidiu as investigações, há indícios que a atividade ilegal faturasse, por dia, algo em torno de R$ 20 mil. Fato que ainda é apurado pela Polícia Civil. Além disso, a Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce) foi acionada para analisar se existe algum tipo de mecanismo nos equipamentos, que permite que os apostadores sempre percam os valores jogados.
Cinco funcionários do local foram conduzidos para o 2° DP, onde foram ouvidos e liberados. Ainda conforme o delegado Teófilo, eles responderão por contravenção penal. Agora as diligências ocorrem no intuito de localizar o proprietário do estabelecimento, apurando se há possíveis crimes de lavagem de dinheiro e associação criminosa.
COM SSPDS
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