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A Polícia Federal mais que dobrou a equipe que atua nos inquéritos envolvendo políticos no Supremo Tribunal Federal, entre eles os da Lava Jato, para tentar encerrar as investigações antes das eleições deste ano. O novo diretor-geral da PF, Fernando Segovia, autorizou o nomeação de mais 8 delegados, 7 escrivães e 17 analistas para atuar no Grupo de Inquérito responsável pelas 273 investigações em andamento na Corte. No STF tramitam os casos envolvendo políticos com foro por prerrogativa de função, o chamado foro privilegiado.

Com a meta de encerrar todas as investigações até o início da campanha eleitoral, a PF deve se posicionar nos próximos meses em relatórios finais sobre a prática ou não de crimes em casos envolvendo o presidente Michel Temer, a cúpula do governo e de seus principais aliados. A oposição também deve ser alvo do novo ritmo das investigações.

Na gestão anterior da PF, comandada por Leandro Daiello, o grupo contava com 24 policiais federais. A partir de agora serão 56 policiais divididos em 13 equipes formadas por 1 delegado, 1 escrivão e 2 agentes. Os outros investigadores atuarão no apoio a essas equipes.

Com informações do O Estado de S.Paulo