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Os dirigentes estaduais do PSDB não querem repetir, em 2020, os erros e o desastre das eleições de 2012 quando o partido lançou o então candidato Marcos Cals na disputa pela Prefeitura de Fortaleza. Marcos somou inexpressivos 30.457 votos (2,43%) e deixou ainda mais consolidada a imagem de um PSDB sempre derrotado na Capital.

Agora, a briga é para o erro não ser repetido com a insistência de Carlos Matos concorrer à sucessão de Roberto Cláudio (PDT). Os últimos dias tem sido marcados por conversas e reuniões entre dirigentes estaduais do PSDB e DEM. As cúpulas das duas siglas querem marchar unidas na Capital em um único caminho: o PDT. A decisão sobre os rumos do PSDB na Capital sai na próxima quarta-feira.

Matos não quer ser rifado, recebeu manifestações de apoio dos quase 40 pré-candidatos à Câmara Municipal e acha que ainda pode ser viável eleitoralmente na corrida pela Prefeitura. Os números de pesquisas internas o colocam, porém, na contramão desse sentimento de otimismo.

O quadro, para quem faz os cálculos olhando para a eleição proporcional, é que, com uma candidatura com 1% das intenções de votos, o PSDB, sequer, conseguirá votos de legenda para conquistar uma ou duas vagas na Câmara Municipal de Fortaleza. O que alguns tucanos chamam de desastre Marcos Cals em 2012 está, também, na votação para Câmara Municipal quando a sigla elegeu apenas um vereador – o pastor Carlos Dutra.

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