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A alta do desemprego preocupa o governo do atual presidente, Jair Bolsonaro. Ministros e interlocutores mais próximos, demonstram angústia com o crescimento das pessoas que não trabalham, nem estudam. Pesquisas apontam rejeição com o governo e o chefe do Executivo federal sabe que a reativação econômica é essencial para melhorar a popularidade, e pode ajudar a reverter a pressão do Congresso.

Nas bases eleitorais de lideranças partidárias, deputados e senadores garantem que notam um descontentamento com o governo, motivado, pelos indicadores de emprego. É uma situação que, dizem líderes, reforça a cobrança para que a Casa Civil atenda às demandas dos partidos.

Os números não jogam a favor do governo. No primeiro trimestre deste ano, as admissões superaram as demissões em 164,2 mil. Ou seja, foram criados postos de trabalho. No entanto, o saldo foi 15,9% inferior ao mesmo período de 2018, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).
Foi um dos motivos, além do aumento da taxa de desemprego e subutilização da massa de trabalho — medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) —, que motivou Bolsonaro a adotar um pronunciamento conservador na quarta, Dia do Trabalho, sem fazer menção a dados de empregabilidade.
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