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“Nós esperamos que tenha um aumento, mesmo tendo todas essas restrições, de veículos circulando principalmente para o interior do estado” – A declaração é do inspetor da Polícia Rodoviária Federal, Flávio Maia, durante entrevista ao Jornal Alerta Geral (Expresso FM 104.3 + Agora FM 107.4 + Redes Sociais) no Bate-Papo político desta quinta-feira (24).

Inspetor da Polícia Rodoviária Federal , Flávio Maia disse que o órgão de fiscalização espera um aumento no fluxo de veículos nas estradas que cortam o estado, apesar de todas as restrições impostas pelo governo do estado com relação a aglomerações e festividades neste final de ano.

“É o primeiro final de ano que a gente vai ter depois de uma pandemia…Devido estar num período de férias escolares as pessoas sempre viajam muito nesse período de final de ano, “Nós esperamos que tenha um aumento, mesmo tendo todas essas restrições, de veículos circulando principalmente para o interior do estado”, afirmou o inspetor Flávio Maia.

Ao falar sobre a operação nas rodovias, Flávio diz que a PRF iniciou uma ação de fiscalização no dia 17 de dezembro, intitulada “Operação Rodovida”, e que esta segue até o dia 21 de fevereiro, contemplando as festas de fim de ano, natal e reveillon, bem como todo o período de férias escolares e também o Carnaval.

O inspetor afirma que o combate a embriaguez no volante, sobretudo neste período festivo, é umas das principais observações da Polícia Rodoviária Federal. “A PRF faz operação em conjunto com a PRE, com o Detran, com as autarquias municipais e também com essa parte de infraestrutura e sinalização, a PRF trabalha com o DNIT”, destaca Flávio que detalha os trechos mais críticos neste período.

Trechos críticos

“A BR 116, os primeiros 40 km envolvendo a região metropolitana de Fortaleza, os primeiros 40 km da BR 222 que vai ali para o norte do estado e também para o norte do país, o anel viário, um trecho que ainda se encontra em obras, muitos retornos proibidos, os motociclistas, os próprios motoristas acabam acessando locais que não podem acessar, retornando em locais proibidos e ocasionam colisões e acidentes”, explica Flávio ao ressaltar a importância de reduzir a velocidades nesses trechos.

O inspetor da PRF destaca as preocupações do órgão neste período que envolve natal e reveillon: “Essa é uma preocupação da PRF, a gente vai trabalhar diuturnamente, também serão feitas ações de educação para o trânsito, onde motoristas que praticam determinadas condutas, serão abordados e além de autuados serão também orientados sobre aquela conduta, o prejuízo que podem trazer pra sua própria vida e pra vida das pessoas que circulam nas rodovias federais”, diz Flávio Maia.

Radares móveis

Por último, ao comentar sobre a fiscalização por meio de radares móveis, o inspetor diz que a atual resolução estabelece os pontos críticos e nesses locais a PRF age com mais intensidade para coibir infrações por parte dos motoristas que estão viajando.

“A preocupação da PRF é pra que as pessoas mudem a conduta para dirigir o veículo observando as normas de circulações e onde tem uma placa indicando também o limite de velocidade que a pessoa não venha ultrapassar, de forma que esses equipamentos são colocados de forma bem ostensiva, onde a viatura e o policial esta lá de forma bem ostensiva nos pontos críticos”, declara o inspetor.

Flávio afirma que os radares ficarão dispostos de forma bem ostensiva para que o motorista possa ver. Ele salienta que a motivação da PRF com tais ações é a preservação de vida e que essas pessoas dirijam de forma a obedecer a sinalização independente de ter o equipamento de fiscalização.

“A Policia Rodoviária disponibiliza as equipes no trecho de forma ostensiva de forma preventiva pra evitar que as pessoas ultrapassem, mas pasmem, que alguns condutores ultrapassam até a própria viatura da PRF em locais proibidos. É a falta de atenção muitas vezes e a pressa, e a gente orienta pra que as pessoas procurem planejar a viagem pra que posam conduzir o veículo de forma tranquila e segura, sem precisar essa pressa”, finaliza o inspetor da PRF.

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