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As dúvidas marcam, neste início de ano, os caminhos a serem definidos pelo MDB nas eleições municipais da Grande Fortaleza e do Interior do Ceará. A sigla enfrente um profundo esvaziamento e, em 2019, perdeu lideranças municipais, diminuiu o número de filiados com mandatos e muitos prefeitos deixaram a agremiação em busca de um novo abrigo.

Um dos principais caminhos foi o PSD que, sob o comando do ex-vice-governador Domingos Filho, atraiu ex-prefeitos, prefeitos e filiados ao MDB com bom potencial de votos para as eleições de outubro deste ano. Ausente do cenário político do Ceará ao longo de 2019, após ser derrotado em 2018 na disputa pela reeleição em 2018, o ex-senador Eunício Oliveira não teve forças para conter as defecções, nem entrou em articulações para levar o MDB a ocupar novos espaços na política cearense.

Para alguns aliados, Eunício, entre a decepção e o desencanto, entregou os pontos, embora outros militantes do MDB o vejam ausente como estratégia de quem quer sentir o termômetro dos bastidores políticos e se preparar para voltar com o projeto de uma provável candidatura à Câmara Federal em 2022.

Seja qual for a direção a ser definida, o certo é que, nesse momento, o MDB sentiu a ausência do seu principal líder e chegará às eleições de 2020 no Ceará bem mais magro em relação ao pleito de 2016 e 2020.

Confira mais informações com o correspondente do Jornal Alerta Geral, Carlos Alberto:

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