Qualidade de vida: governo amplia custeio do Programa Academia da Saúde em até 233%

Fotos: Walterson Rosa/MS

O Ministério da Saúde atualizou as normas do Programa Academia da Saúde (PAS) e redefiniu os investimentos federais para a iniciativa, que podem aumentar em até 233%. O custeio mensal era de R$ 3 mil por estabelecimento e, a partir de agora, os serviços passam a contar com três modalidades de financiamento: R$ 5 mil (Estratégica), R$ 7,5 mil (Complementar) e R$ 10 mil (Ampliada), a depender da composição profissional e carga horária mínima individual.

Além do novo modelo de financiamento, também foram incluídas novas categorias profissionais no programa: enfermeiros, farmacêuticos, técnicos de enfermagem, médico geriatra, médico fisiatra e médico acupunturista. Atualmente, o Brasil conta com 1.772 Academias da Saúde, e a expectativa é credenciar mais 300 novos serviços até o final de 2026.

O custeio mensal das equipes é definido de acordo com as modalidades: Estratégica (um ou mais profissionais com a soma da carga horária mínima de 40h semanais); Complementar (dois ou mais profissionais devem somar, no mínimo, 60h semanais); e Ampliada (a soma da carga horária mínima exigida é de 80h semanais, também com dois ou mais profissionais), sendo a carga mínima individual de 20h semanais.

O Ministério da Saúde também atualizou a lista de equipamentos recomendados para as Academias da Saúde, incluindo itens como multiexercitador, pressão nas pernas, rotação dupla diagonal, rotação vertical, simulador de caminhada, simulador de cavalgada, surf, alongador, esqui e remada sentada, ampliando as possibilidades de vivências corporais aos usuários e as atividades físicas voltadas à promoção da qualidade de vida da população.