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O reflorestamento é um dos principais aliados na preservação dos recursos hídricos do País. Por meio da vegetação, a infiltração da água da chuva acontece de modo natural no solo, permitindo que os lençóis freáticos sejam alimentados e sigam para a formação dos rios.

De acordo com o presidente da Associação dos Engenheiros Florestais do Distrito Federal, Pedro Almeida Salles, em áreas desmatadas, esse processo ocorre de maneira mais agressiva, degradando o solo e comprometendo a qualidade e a disponibilidade da água.

“Quando não há vegetação, a infiltração da água, pela terra, não acontece em um tempo adequado. Isso faz com que o solo sofra erosão e suas partículas sejam levadas aos rios. A floresta protege o solo da erosão que a água pode causar”, destacou.

Diante disso, ações para combater o desmatamento são fundamentais para a manutenção das nascentes, bem como das bacias hidrográficas brasileiras. O Ministério do Meio Ambiente, por exemplo, utiliza como base para suas ações os Planos de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal e das Queimadas no Cerrado.

O principal resultado da aplicação das ações é a redução de mais de 70% da taxa de desmatamento na Amazônia Legal entre os anos de 2004 e 2016. Os dados preliminares também estimam que, entre 2004 e 2020, esse percentual será de 80%.

Produtor de Água

Outra iniciativa voltada para a preservação dos recursos hídricos é o programa Produtor de Água. A iniciativa, desenvolvida pela Agência Nacional de Águas (ANA), funciona por meio de adesão voluntária de produtores rurais que se proponham a adotar práticas e manejos conservacionistas em suas terras para conservação de solo e água – entre elas a de reflorestar áreas próximas às nascentes .

O governo tem adotado o Produtor de Água como modelo para futuros projetos ambientais e da forma como valorizar o trabalho do produtor rural. Há previsão de investimentos de R$ 30 milhões em novos projetos produtores de água até o final de 2019.

Fonte: Portal Brasil

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