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O ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, defendeu a aprovação do projeto da proteção social das Forças Armadas, como é chamado o sistema de Previdência dos militares. O ministro participou de audiência pública da comissão especial que trata do tema. Deputados criticaram a não inclusão no texto dos militares estaduais, que são os policiais e bombeiros militares.

Para o deputado cearense Capitão Wagner (Pros-CE), enquanto os militares federais estão de prontidão, a polícia militar “está na guerra, morrendo, em carga horária de 60 horas semanais..

Para Azevedo e Silva, a reforma é justa, valoriza a carreira como de Estado, contribui para atração e retenção de talentos. Ele disse que a reestruturação das carreiras militares, prevista na proposta, não pode ser classificada como aumento salarial, por não promover um reajuste linear de vencimentos.

Disponibilidade permanente e dedicação exclusiva isso tem de ser recompensado e reconhecido pela sociedade e pelo Parlamento, defendeu.

De acordo com o ministro, o Tesouro teria de desembolsar R$ 23,5 bilhões ao ano se fosse pagar adicionais noturno e de periculosidade aos membros das Forças Armadas.

PMs e Bombeiros

Deputados ligados às polícias militares (PMs) criticaram a ausência desses profissionais e dos bombeiros militares na proposta. Eles também reclamaram da carta assinada por governadores do sul e sudeste, no último sábado, pedindo para que militares estaduais ficassem de fora da reforma.

 

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