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Uma mobilização reuniu membros de sindicatos em Fortaleza na Assembleia Legislativa do Ceará nesta quarta-feira (18), para protestar contra a proposta de reforma da previdência estadual. A ação aconteceu do lado de fora da Assembleia, quando manifestantes tentaram entrar na casa legislativa e foram barrados por policiais do Batalhão de Choque.

Para conter o grupo formado por servidores públicos estaduais, a corporação montou barricadas e utilizou spray de pimenta. Os protestos devem seguir nesta quinta-feira (19), segundo Ana Cristina Guilherme, presidente do Sindicato Único dos Trabalhadores Em Educação do Ceará (Sindiute).

Entidades sindicais são contra o texto que altera as regras de aposentadoria de servidores públicos estaduais, enviado pelo governo do estado à Assembleia Legislativa.

Entre os principais pontos do projeto de reforma da previdência do Ceará está a idade mínima de aposentadoria de servidores que sobe de 60 para 65 para os homens, e de 55 para 62 para as mulheres. Além disso, categorias como como professor, policial e agente penitenciário têm idade mínima de aposentadoria reduzidas. A pensão por óbito deixa de ser integral  e passa a pagar 60% da média salarial.

A tentativa dos deputados de suavização da proposta por meio de emendas não é suficiente para entidades trabalhistas, que querem que a retirada da mensagem da pauta da Casa, segundo Alexandre Carvalho, secretário de comunicação do Sindicato dos Professores e Servidores da Educação e Cultura do Estado e Municípios do Ceará (Apeoc).

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