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Os seis deputados federais do PDT do Ceará (Mauro Filho, André Figueiredo, Idilvan Alencar, Leônidas Cristino, Robério Monteiro e Eduardo Bismarck) estão com os nomes na agenda do presidente Jair Bolsonaro para conversas sobre a reforma previdenciária. Todos se opõem ao texto enviado pelo Palácio do Planalto à Câmara dos Deputados, mas como precisa conversar e convencer os parlamentares sobre a importância das mudanças na Previdência Social, Bolsonaro sinalizou com  diálogo em direção ao PDT. 


Dos 28 deputados federais do PDT, seis são do Ceará e seguem orientação do ex-candidato a Presidente da República, Ciro Gomes, que tem fortes restrições ao projeto da reforma previdenciária. Bolsonaro chamou o PDT para conversar porque sabe que, com diálogo, pode atrair votos na sigla favoráveis as normas apresentadas na área da Previdência Social. 


O PSB, que com 32 parlamentares na Câmara Federal, sendo um cearense (Denis Bezerra), também, entrou na agenda de reuniões do Palácio do Planalto. O convite ao PDT e ao PSB não encontrou, porém, eco. Líderes das duas siglas discordam da ausência de convite aos demais partidos de oposição – PT, o PSOL e o PCdoB.

“Achamos por bem não participar porque é, no mínimo, uma inabilidade não chamar outros partidos. Se quer se ter uma articulação do Palácio do Planalto com o Poder Legislativo, deveria chamar outros partidos”, recomendou o líder do PDT, deputado André Figueiredo, um dos seis integrantes da bancada do PDT cearense.  A ala de oposição considerada de esquerda e centra esquerda soma, hoje, pelo menos, 134 votos na Câmara Federal.

A poucos dias do início da tramitação da PEC da reforma previdenciária – a apreciação do projeto começa na segunda semana de março pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, o Governo ainda está longe dos 308 votos necessários à aprovação da proposta com as novas regras para concessão de aposentadorias e pensões.