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O ano era 2015. Até então pouco conhecido por especialistas da área da saúde, o zika vírus se alastrou rapidamente e foi responsável pelo nascimento de milhares de crianças com microcefalia, uma má-formação congênita capaz de impedir o desenvolvimento próprio das funções cerebrais e motoras. Desde então, nos últimos quatro anos, houve crescimento de 20% na identificação de outras más-formações no Ceará, segundo estudo da Fundação Oswaldo Cruz Bahia. O número representa uma atenção mais dedicada ao assunto, mas ainda há barreiras a superar.

No Estado, nasceram 163 bebês com esta condição, após as mães contraírem zika vírus na gestação, de acordo com a Secretaria da Saúde do Estado. Com a “nova doença”, mulheres temiam pela saúde dos filhos durante a tão sonhada maternidade.

A pesquisa da FioCruz Bahia, desenvolvida pelo Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde, concluiu que, depois que os cenários de medo de quatro anos atrás – resultantes do avanço dos casos de Zika -, um alerta se acendeu no País e a identificação de outras doenças congênitas, além da microcefalia, aumentou.

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