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Um estudo mostrou que o remédio L-asparginase, adquirido pelo Ministério da Saúde para tratar crianças com leucemia, é pouco eficaz. Apesar da polêmica, o Ministério disse que vai manter o processo de compra do medicamento para atender pacientes de hospitais do SUS. O produto é produzido por um laboratório chinês. Já instituições credenciadas e hospitais filantrópicos receberão verba para adquirir os remédios que acharem mais convenientes.

Nesta semana, o estudo do Centro Infantil Boldrini, hospital filantrópico especializado em oncologia de Campinas, indicou que o L-asparginase não tem qualidade para uso em humanos. O trabalho foi publicado na revista EBioMedicine. O L-asparginase é comprado desde 2013 pelo Governo para pacientes com leucemia mieoloide aguda. O remédio substituiu o asparginase, fabricado por uma indústria alemã.

O resultado do estudo de Campinas é questionado pelo Ministério. Segundo a Pasta, o trabalho foi feito com um pequeno número de camundongos e os achados obtidos não podem ser extrapolados para humanos. O Ministério ainda diz que a publicação não se refere ao resultado de estudo científico e, sim, a um manuscrito de interpretação exclusiva do Boldrini, sem que outras entidades científicas tenham atestado.

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