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A demora para o comando nacional entregar a direção regional do União Brasil ao deputado federal Capitão Wagner e a ameaça do deputado estadual Zezinho Albuquerque de sair do PDT para concorrer ao Governo do Estado, pelo PP, agitam os bastidores políticos. Wagner espera para esta terça-feira a publicação do ato que o nomeia presidente da Comissão Provisória Regional do União.

A demora está gerando inquietação entre os militantes que o acompanham, mas o Capitão Wagner tem pedido paciência a todos e dá como certa que, antes do dia 30 de março, o União Brasil já estará, oficialmente, sob o seu comando. Esse é um dos assuntos do Bate Papo Político, no Jornal Alerta Geral, com a reportagem de Sátiro Sales e os comentários do Jornalista Beto Almeida na conversa com o jornalista Luzenor de Oliveira.

RUMO AO PARTIDO PROGRESSISTA


Ganha destaque, também, no Bate Papo Político, o anúncio feito pelo deputado estadual Zezinho Albuquerque de sair do PDT para concorrer, pelo PP, ao Governo do Estado. Zezinho tem até o dia 1º de abril para mudar de sigla, diz que, se candidato ao Palácio da Abolição, não irá romper com os irmãos Cid e Ciro Gomes, mas, na avaliação dos bastidores políticos, a ameaça é uma tentativa desesperada para salvar a reeleição do filho AJ Albuquerque que, nesse momento, não tem votos para se reeleger à Câmara.

Com sete mandatos consecutivos, Zezinho Albuquerque tem colégios eleitorais que o proporcionam renovar o mandato, mas o filho encontra dificuldades para conquistar a reeleição. AJ Albuquerque brigou com o senador Cid Gomes, trombou com o Governador Camilo Santana, se filiou à base do Governo do presidente Bolsonaro e, agora, precisa do Palácio da Abolição para se reeleger.

Os acenos do Palácio não têm laços de solidariedade aqueles que, na avaliação dos governistas, maltratou quem o ajudou na largada da carreira política. É o caso de AJ Albuquerque. O Bate Papo Político analisa, também, as razões para Zezinho deixar o PDT. O desespero é grande e, se confirmada a entrada no PP, Zezinho pode comprometer ainda mais a reeleição do filho.

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