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A situação de constrangimento para os servidores públicos e trabalhadores que, mesmo com vínculo empregatício e salários garantidos, receberam o auxílio emergencial, bateu à porta da deputada estadual Augusta Brito, do PC do B, que, nessa segunda-feira, pediu desculpas porque a filha Eduarda Brito, de 21 anos, estava na lista de contemplados pelo programa de assistência do governo federal voltado a trabalhadores informais e pessoas pobres.

O auxílio emergencial, no valor de R$ 600,00, beneficia mais de 2 milhões de cearenses que, comprovadamente, não tem renda, nem condições financeiras para se manter nesse período da pandemia do coronavírus. As mães e pais solteiros, responsáveis pelos filhos, recebem o dobro desse valor.

Mesmo conhecendo os critérios para o auxílio ser concedido, milhares de pessoas se inscreveram e receberam, de forma ilegal, o pagamento e, agora, enfrentam o constrangimento para devolver a grana aos cofres do Governo Federal. É o caso, por exemplo, da filha da deputada Augusto Brito que, em nota de esclarecimento, anunciou a devolução do benefício aos cofres da União.

A inclusão do seu nome na lista dos beneficiários do programa de auxílio emergencial do Governo Federal foi um ato irresponsável”, disse, em nota, Augusta Brito, ao relatar que, logo após tomar conhecimento do episódio, conversou com a filha que, conforme a parlamentar, se confessou arrependida.

“Para mim foi uma triste surpresa, mas também um fato que gerou muitos aprendizados, dos dois lados”, disse a deputada, ao frisar que, como mãe, passa a ser mais atenta e vigilante aos atos da filha. Constrangida, a estudante Eduarda Brito, filha de Augusto, disse, por meio das redes sociais, agiu de forma impulsiva ao solicitar o auxílio emergencial.

Me sinto profundamente arrependida e envergonhada, disse Eduarda Brito

Confira na íntegra mais detalhes com o correspondente Carlos Silva:

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