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Os eleitores de Fortaleza começaram cedo a formar filas nos locais de votação para, neste domingo, escolher, entre José Sarto (PDT) e Capitão Wagner (PROS), o novo prefeito. A votação foi aberta às 7 horas da manhã e se estenderá até 17 horas. São 1.821.392 eleitores aptos a votar e a expectativa é que, neste segundo turno, com mais rapidez e menos demora nas seções, a abstenção seja menor do que no primeiro turno, que chegou a 21,84%.

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) preparou, ao longo da semana, a checagem dos equipamentos usados no primeiro turno para as urnas funcionarem sem problemas técnicos. O TRE recebeu da Enel a garantia de serviços rápidos de manutenção nos locais de votação para a falta de energia não causar transtornos aos mesários e eleitores.

Se tudo der certo e, se não houver contratempo com o sistema de informática do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a exemplo do que ocorreu no primeiro turno, é provável que, antes das 20 horas, os fortalezenses recebam o resultado final da disputa pela Prefeitura da Capital.

CAMPANHA CURTA

Sarto e Wagner chegaram ao segundo turno e, com uma campanha curta, buscaram atrair, por meio da propaganda no rádio e na televisão e pelas redes sociais, a atenção dos eleitores. Foram menos de duas semanas de campanha. Sarto largou na frente nas pesquisas do Instituto Datafolha e do Ibope, ganhou o apoio do PT, PSOL, SD, Patriota e Partido Verde que, no primeiro turno, tiveram candidatos próprios e recebeu, em seu palanque, o maior de todos os cabos eleitorais – o governador Camilo Santana (PT).

Candidato pelo PROS, Capitão Wagner chegou ao domingo de votação sem receber adesão de lideranças partidárias ou candidatos que concorreram no primeiro turno. A ausência desses apoios o deixou sem a geração de fatos políticos, mas não o desanimou, porém, na corrida para tentar vencer a eleição.

Wagner ocupou todos os espaços de entrevistas e debates para os quais foi convidado e recorreu às redes sociais na busca dos eleitores que, no entender dos estrategistas de campanha, poderiam mudar o voto.

A disputa eleitoral mais atípica dos últimos 35 anos, em função da pandemia da Covid-19, com pouco movimento nas ruas, termina neste domingo. A partir dessa segunda-feira, o olhar se volta a 2022, quando estarão em jogo o Governo do Estado e o Senado.

O governador Camilo Santana sai fortalecido das urnas, surge como candidato natural à vaga no Senado com o término do mandato do tucano Tasso Jereissati, enquanto o atual prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio (PDT), se acha o mais preparado e merecedor da principal cadeira do Palácio da Abolição. Roberto deixará a Prefeitura com bons índices de avaliação administrativa e irá se preparar como candidato do PDT ao Governo do Estado.

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