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O Conselho Nacional do Ministério Público realiza nestas quinta e sexta-feiras, 29 e 30, o seminário com o tema sobre a Judicialização da Saúde. O secretário de Saúde do Ceará, Henrique Javi, que estará presente na ocasião, explica que há uma crescente no registro de reclamações em todo o Brasil desde 2013, mas o Ceará não apresenta o mesmo perfil.

Em entrevista na manhã desta quarta-feira, 28, ao jornalista Luzenor de Oliveira no Jornal Alerta Geral (Rádio FM 104.3 – Expresso Grande Fortaleza + 26 emissoras no Interior), o secretário afirmou que 90% dos registros de reclamação, no Ceará, não diz respeito à ações padronizadas no SUS, fazendo com que a população encontre auxílio justamente por meio da judicialização.

Segundo o secretário, outra conquista é a diminuição desses processos nos últimos três anos. Isso acontece, segundo ele, porque a maioria dos processos no Ceará são administrativos (que não precisam de atendimento judicial). Outras ações importantes nessa diminuição são as boas práticas de programas específicos, como do Programa de Alergia à Proteína do Leite de Vaca, do Governo do Estado.

Mais Médicos

O jornalista Luzenor de Oliveira, fugindo um pouco da agenda do secretário de Saúde, ainda perguntou quais os impacto da saída dos cubanos do Programa Mais Médicos, no Estado. ‘O impacto é a desassistência’, afirmou Henrique. Segundo o secretário, a presença de médicos em regiões mais distantes da capital é essencial nas políticas de prevenção.

Com a saída dos cubanos, a tendência é que os hospitais regionais sofram sobrecarga, devido a demanda.

Acompanhe a entrevista na íntegra com o secretário Saúde do Ceará, Henrique Javi:

 

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