Diretor do Dnocs esclarece atraso nas obras da barragem de Crateús e diz que empresa responsável estava usando concreto mais barato para obter vantagem financeira

Em sua participação dentro do Jornal Alerta Geral desta segunda-feira (24), o correspondente Alverne Lacerda falou sobre a paralisação nas obras da barragem fronteiras em Crateús, município localizado a 353 quilômetros de Fortaleza.

Segundo Alverne, o diretor geral do Departamento Nacional de Obras contra as Secas (DNOCS), José Rosilonio Magalhães, durante entrevista ao programa A Hora da Verdade, da Rádio Trici FM, revelou que a interrupção das atividades se deu em função de uma manobra irregular feita pela empresa responsável pela obra.

A empreiteira estava usando um concreto mais barato nas obras, o concreto usinado, sendo que deveria estar trabalhando com o concreto de betoneira, que apesar de ser mais caro é o mais recomendado para estas atividades. De acordo com Rosilonio, a empresta teria uma vantagem de R$ 15 milhões de reais sobre o valor da obra por fazer uso de um material mais barato.

Diante disso, a Controladoria Geral da União (CGU) percebeu o esquema e agiu, mandando suspender as ações em Crateús. Agora o órgão apenas aguarda que a empresa resolva a situação e passa a utilizar o material adequado.

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