Ministério da Saúde atualiza números da febre amarela e constata diminuição de casos

O Ministério da Saúde atualizou nesta sexta-feira, 24, os números relativos aos casos suspeitos de febre amarela no país e constatou uma diminuição. As informações, segundo o Ministério da Saúde, foram repassadas pelas secretarias estaduais de saúde. Até a data em que foram informadas, na quinta-feira, 23, estavam confirmados 492 casos da doença. Ao todo, foram notificados 2.104 casos suspeitos, sendo que 1.101 permanecem em investigação e 511 foram descartados. Dos 277 óbitos notificados, 162 foram confirmados, 95 ainda são investigados e 20 foram descartados. O mês de janeiro registrou o maior número de casos da doença.

Os casos envolvem, principalmente, a região Sudeste e são de residentes em zonas rurais ou que tiveram contato com áreas silvestres por motivos de trabalho ou lazer. A vacinação de rotina para febre amarela é ofertada em 19 estados (Acre, Amazonas, Amapá, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Bahia, Maranhão, Piauí, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina) com recomendação para imunização.

Vale destacar que na Bahia, Piauí, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, a vacinação não ocorre em todos os municípios. Além das áreas com recomendação, neste momento, também está sendo vacinada de forma escalonada a população do Rio de Janeiro e Espírito Santo. Todas as pessoas que vivem nesses locais devem tomar duas doses da vacina ao longo da vida.

Desde o início deste ano, o Ministério da Saúde tem enviado doses extras da vacina contra a febre amarela aos estados que estão registrando casos suspeitos da doença, além de outros localizados na divisa com áreas que tenham notificado casos. No total, 18,88 milhões de doses extras foram enviadas para cinco estados: Minas Gerais (7,5 milhões), São Paulo (3,93 milhões), Espírito Santo (3,65 milhões), Rio de Janeiro (2,40 milhão) e Bahia (1,4 milhão). O quantitativo é um adicional às doses de rotina do Calendário Nacional de Vacinação, enviadas mensalmente aos estados.

Além disso, foram distribuídas, desde janeiro deste ano, 3 milhões doses da vacina de rotina para todas as unidades da federação. Outras 324 mil doses foram enviadas para intensificar ações nos estados do Mato Grosso do Sul, Goiás, Rio Grande do Sul, Piauí, Pará, Paraíba e DF.

LONGAS FILAS NO RIO DE JANEIRO

Enquanto isso, no Rio de Janeiro, muitas pessoas acordaram cedo neste sábado (25) para garantir atendimento no primeiro dia de vacinação em massa contra a doença na cidade. Longas filas se formaram nos postos de saúde. Teve gente que inicou a formação da fila ainda na madrugada.

Ao contrário dos dias anteriores, não há limite de senhas para a vacinação, que será realizada das 8h às 17h em 233 pontos da cidade. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, o objetivo da mobilização é imunizar crianças a partir dos nove meses de idade e adultos de até 59 anos. O órgão informou que a partir de segunda-feira (27) a vacina será incluída na rotina de imunização de todos os postos da cidade.

No Centro Municipal de Saúde Heitor Beltrão, na Tijuca, Zona Norte, por exemplo, a fila dava volta no quarteirão antes da abertura dos portões. Lá, havia uma fila exclusiva para atendimento prioritário a crianças com idades entre 0 e 5 anos, que estava vazia.

 

Enquanto isso, no Rio de Janeiro, muitas pessoas acordaram cedo neste sábado (25) para garantir atendimento no primeiro dia de vacinação em massa contra a doença na cidade. Longas filas se formaram nos postos de saúde. Teve gente que inicou a formação da fila ainda na madrugada.

Ao contrário dos dias anteriores, não há limite de senhas para a vacinação, que será realizada das 8h às 17h em 233 pontos da cidade. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, o objetivo da mobilização é imunizar crianças a partir dos nove meses de idade e adultos de até 59 anos. O órgão informou que a partir de segunda-feira (27) a vacina será incluída na rotina de imunização de todos os postos da cidade.

No Centro Municipal de Saúde Heitor Beltrão, na Tijuca, Zona Norte, por exemplo, a fila dava volta no quarteirão antes da abertura dos portões. Lá, havia uma fila exclusiva para atendimento prioritário a crianças com idades entre 0 e 5 anos, que estava vazia.

Fonte – Ministério da Saúde

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