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Com a perspectiva de que as obras de duplicação do anel viário serão concluídas no primeiro bimestre de 2021, os empresários cearenses estão otimistas para o ano vindouro no setor de infraestrutura do Estado.  Em entrevista ao Jornal Alerta Geral (Expresso FM 104.3 + Agora FM 107.5 + Redes Sociais + 26 emissoras no interior), a superintendente do DNIT, Líris Campelo deu mais detalhes sobre o andamento dessa e de outras obras no Ceará.

Sobre a previsão de conclusão das atividades no anel viário conforme foi prometido pelo ministro Tarcísio Freitas em reunião com líderes do setor empresarial cearense, a superintendente Líris Campelo diz que as obras estão em andamento e que acredita no cumprimento do prazo pela Superintendência de Obras Públicas (SOP):

“Atualmente essas obras estão sendo tocadas pela SOP e conforme o cronograma acreditamos que esse prazo pode ser cumprido. Ainda existem interferências que estão sendo negociadas com a Petrobras…as questões da desapropriação andaram bastante, bem como a retirada dos postes pela ENEL. Então acredito que o pessoal da SOP vai conseguir cumprir sim esse convênio”

Líris ainda destaca que a obra no Anel Viário não possui nenhum problema com relação a recursos financeiros, mas que o problema é mais burocrático. Ela afirma que os valores estão empenhados desde o ano passado e que, portanto, os imbróglios dizem respeito principalmente ao projeto de desapropriação e as interferências que precisam ser retiradas.

Questionada pelo jornalista Beto Almeida sobre a grande quantidade de buracos na BR 116, sobretudo no trecho entre Pacajus e Chorozinho, a superintendente declara que o trecho é considerado crítico e que precisa de ações bem específicas: “Ali é um dos trechos que a gente considera crítico, ali é um trecho que ele existe uma patologia na base e na sub-base, existe um problema estrutural no corpo estradal”.

Ela ainda explica que o contrato foi encerrado e agora uma nova empresa foi contratada para dar continuidade ao processo de manutenção que foi iniciado no local. “Em paralelo nós já desenvolvemos os ensaios e está sendo elaborado em Brasília um projeto de restauração. Esse projeto de restauração é pra corrigir em definitivo as patologias que tem na estrutura do corpo estradal”, destaca Líris.

A Superintendente do DNIT salienta que a obra é, de fata, um tapa buraco e pontua que não adianta gastar dinheiro com serviços de reciclagem de base e de fresagem mais robusta, tendo em vista que o problema não está no pavimento e sim corpo estradal. Ela afirma que no local já foram feitos ensaios e estudos e que já está sendo elaborado um projeto de restauração pela equipe em Brasília. Sobre o cronograma de obras para o final desse ano e o primeiro semestre de 2021, Líris diz:

“O que a gente tem programado até por questão de recursos financeiros são as obras de tapa buracos, mas lógico que nós estamos priorizando os problemas mais críticos. Tem uma obra que nós licitamos agora, está em análise o processo licitatório que uma empresa entrou com recurso é o CREMA que é a restauração da BR 122, de Quixadá a Banabuiú. É um projeto realmente de restauração da rodovia, a rodovia vai ser feita, tipo o que a gente está pretendendo fazer na 116. Esse projeto já está concluído, já foi licitado, até o dia 26 a gente finaliza a licitação pra assinar contrato”

Ao detalhar a situação das atividades no viaduto em Horizonte, que permanece com a obra parada, a superintendente explica que o projeto remanescente já foi concluído e que agora a equipe está pronta para licitar, tendo garantido em caixa o recurso financeiro. Resta apenasm segundo ela, a abertura de rubrica e aprovação do PLN 14 no Congresso para que a obra seja licitada.

“A nossa pretensão é licitar agora em 2020 pra gente pelo menos e colocar isso aí pra começar a obra em 2021. Não só horizonte, mas também a Variante de Frios de Umirim na BR 222, os projetos estão prontos, estão no aguardo do PLN 14 e estamos finalizando agora no momento o projeto de Tianguá. Ainda em agosto a gente quer lançar o edital”, pontua Líris Campelo.

Indagada pelo jornalista Luzenor de Oliveira sobre as obras no viaduto em Tianguá, Líris responde que está sendo finalizando a revisão do orçamento e que até a próxima semana deve estar sendo aprovado o projeto e em seguida vem o termo de referência, preparação de edital para que em seguida a procuradoria aprove. “Até o final do mês a gente deve estar soltando esse edital na praça e esse recurso também já está garantido”, afirma.

Por fim, Líris Campelo esclarece a situação do projeto de municipalização do trecho da BR 116 entre a messejana e o quilômetro zero. “Não, esse projeto ele não avançou. Existe uma análise jurídica que devido a lei do rinter impede isso aí e a questão técnica também tem considerações. A gente precisava que a prefeitura ajustasse a questão do projeto no qual ela apresentou pra gente”, finaliza.

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