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Tasso abre debates sobre sucessão na Capital com pré-candidatos a vereador e prefeiturável Carlos Matos

O senador Tasso Jereissati abriu, no final a tarde e início da noite desta quarta-feira, as portas do seu escritório, em Fortaleza, para receber pré-candidatos a vereador, o pré-candidato à Prefeitura, Carlos Matos, e integrantes do Diretório Estadual do PSDB para avaliar os rumos do partido na corrida das eleições de 2020.

Tasso que, no início deste mês, ao participar do lançamento de um pacote de obras da Prefeitura de Fortaleza ao lado do ex-ministro Ciro Gomes e do prefeito Roberto Cláudio, admitiu a possibilidade de aliança entre PSDB e PDT, quer estimular o surgimento de novas lideranças nos quadros tucanos.

Uma das iniciativas é com as eleições municipais de 2020. No encontro desta terça, o tucano ouviu com atenção o depoimento de militantes que querem concorrer à Câmara Municipal. O presidente da Executiva Regional do PSDB, ex-senador Luiz Pontes, após assumir o comando da sigla no Ceará, anunciou a realização de reuniões na Grande Fortaleza e Interior do Estado para buscar pré-candidatos às Câmaras de Vereadores e Prefeituras.

A mobilização começou por Fortaleza com a criação da ‘Roda de Conversa’,  projeto que reúne, a cada semana, lideranças comunitárias, profissionais liberais, donas de casa e trabalhadores que querem participar ou demonstram interesse pela política.

O ‘Roda de Conversa’ já passou pelo Conjunto Palmeiras, Granja Portugal e Montese. O senador Tasso Jereissati gostou da ideia e, agora, quer, também, ouvir pré-candidatos a vereador e os dirigentes estaduais do PSDB sobre os caminhos a serem construídos em direção às eleições de 2020.

‘’Precisamos estimular a renovação e um passo nesse sentido é começar pelo debate sobre a escolha dos nossos pré-candidatos a vereador.  Como estamos no ano que antecede à eleição municipal, o debate por meio do Projeto ‘Roda de Conversa’  tem sido uma surpresa para nós que fazemos o PSDB’’, destaca o ex-senador Luiz Pontes, para, em seguida acrescentar.’’A conversa é em tom de roda, de bate papo, de diálogo olho no olho. Uma boa conversa sempre faz surgir uma boa ideia e, também, nos leva a descoberta de talentos e de pessoas interessadas na política e no exercício da atividade parlamentar’’.

Confira as considerações do Senador Tasso Jereissati sobre a reunião:
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RN e SP bloqueiam sinais em presídios sem lei. Por que o CE não? Questiona Carlos Matos

“O Estado do Rio Grande do Norte colocou bloqueadores mesmo sem uma lei. São Paulo coloca bloqueadores e não precisa [de uma lei]. Por que o Estado do Ceará não coloca?”, questiona o deputado estadual Carlos Matos em entrevista, nesta sexta-feira (18), ao Jornal Alerta Geral (Rádio FM 104.3 – Expresso Grande Fortaleza + 26 emissoras no Interior).

Ao abordar o Deputado sobre a maior crise de segurança pública da história do Ceará – a onda de ataques das facções em resposta a declaração do secretário da Administração Penitenciaria Luis Mauro Albuquerque – o jornalista Beto Almeida questionou sobre a lei que visava retirar as tomadas dos presídios para dificultar a comunicação via celular dos líderes de facções encarcerados.

O deputado Carlos Matos conta que, a princípio, apresentou 4 emendas para combater o crime organizado, e que uma delas não era sobre tomadas.

“[As tomadas] foi uma negociação que eu tive que ceder”, afirma o Deputado.

A emenda original era sobre a implantação de bloqueadores de sinais de celular.

“A lei que foi para a Assembleia sobre os bloqueadores, eu chamaria de covarde, porque na sua essência, era inconstitucional. Ai depois se culpa o Supremo Tribunal de Justiça por ter declarado institucional”, afirma Carlos Matos.

Durante a entrevista, o deputado ressaltou essa manobra como forma de estratégia para disfarçar, segundo ele, falta de coragem do Governo:

“Quando se pergunta para uma autoridade do Governo do Ceará porque os bloqueadores não foram implantados, se diz que é porque o STJ não deixou. Isso não é verdade, porque a lei exigia que as empresas de telefona bloqueassem o sinal. Isso é inconstitucional. Ela [a lei] foi colocada, a propósito, para não ser aprovada”, afirma Matos.

O próprio deputado tem a resposta para o seu questionamento inicial:

“Quando você conversa com especialistas, todos dizem que o bloqueador é fundamental. Por que o Estado do Ceará não coloca? Porque não tem coragem. Mas, em vez de dizer isso, culpa o STJ. É a lei covarde”, conclui o deputado.

Escute a entrevista na íntegra no player abaixo: