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Economia

Multinacional abre 200 vagas de emprego em Fortaleza a partir da próxima terça

Uma boa oportunidade para quem está em busca de emprego! A Concentrix, empresa que presta serviços de apoio técnico e de interação com o cliente, inaugurará, na próxima terça-feira (8), uma nova unidade em Fortaleza, no Ceará. A empresa anunciou que abrirá 200 vagas de emprego na cidade.

Os requisitos variam de acordo com a vaga oferecida. Ter inglês fluente e ensino superior são obrigatórios para candidatar-se para algumas posições, mas há outras funções que não têm as exigências citadas.

Para se increver na seleção, a pessoa deve acessar o site da multinacional americana  (basta selecionar “Brazil” e depois “Fortaleza”) , ou também acompanhar o LinkedIn da empresa, em que eles postam todas as oportunidades abertas.

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Cotidiano

IDT promove mutirão com vagas de emprego para pessoas com deficiência

O Instituto de Desenvolvimento do Trabalho (IDT), por meio da Unidade do Sine no Centro de Formação e Inclusão Social pelo Trabalho (Cefit), realizará o Mutirão da Inclusão nesta sexta-feira (27), de 8h às 13h, em alusão ao Dia Nacional de Luta das Pessoas com Deficiência (21/09).

Por meio do evento, serão ofertadas vagas de emprego, em diversos setores, para os profissionais com deficiência, tais como empacotador, auxiliar administrativo, motorista, auxiliar de contabilidade, promotor de vendas, operador de caixa, fiscal de prevenção de perdas, auxiliar de serviços gerais, auxiliar de limpeza, repositor, auxiliar de expedição, entre outras.

No Ceará, em 2018, foram inseridos por meio do Sine/IDT 2.154 trabalhadores com deficiência, representando o estado de maior inserção na região Nordeste.

Inclusão de pessoas com deficiência

No Ceará, existem 2,3 milhões de pessoas com deficiência, 27,69% da população estadual, segundo o Censo Demográfico de 2010. Nos demais estados, esta proporção variou entre 21,31% e 27,86% e, no Brasil, chegou a 23,92%.

Apesar de a elevação das pessoas com deficiência empregadas representarem somente 1% do estoque de empregos formais do País, no Ceará, o número de pessoas com deficiência empregadas formalmente passou de 14.513, em 2016, para 15.037, em 2017.

Serviço:

Mutirão da Inclusão

Data: 27 de setembro (sexta-feira)

Horário: De 8h às 13 horas

Local: Unidade do Cefit – Rua Valdetário Mota, 970, bairro Papicu

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Nacional Economia

Cresce trabalho com carteira assinada no 2º trimestre, aponta IBGE

Depois de 20 trimestres seguidos com queda ou estagnação, o número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado voltou a crescer, com a criação de 294 mil vagas, no segundo trimestre.

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio – Contínua (Pnad Continua), divulgados hoje (31), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostra que o aumento foi de 0,9% na comparação com o primeiro trimestre de 2019, chegando ao total de 33,2 milhões de pessoas.

As vagas criadas na indústria foram responsáveis por 49,7% desse total e 39% foram empregos gerados na área de educação. O setor público, estimado em 11,7 milhões de pessoas, teve aumento de 2,6% no trimestre.

Informalidade

Já o número de pessoas que trabalham por conta própria bateu novo recorde. A Pnad Continua mostrou que são 24,1 milhões nessa situação, 1,6% a mais do que no trimestre anterior e 5% a mais do que no segundo trimestre do ano passado.

O número de empregados sem carteira assinada chegou ao número também recorde de 11,5 milhões de pessoas, com 3,4% a mais do que o primeiro trimestre e 5,2% a mais do que o segundo trimestre de 2018. De acordo com o coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE, Cimar Azeredo, a informalidade atinge 38,15% dos trabalhadores.

“Quase 40% na informalidade é um número muito importante. É o trabalhador por conta própria sem CNPJ, trabalhador sem carteira assinada. Temos formas atípicas de trabalho surgindo no Brasil e no mundo, como motorista de aplicativo, que não tem carteira assinada nem CNPJ, a pessoa que vende quentinha na rua. É informal mesmo”.

População ocupada

A população ocupada cresceu 2,6% na comparação anual. Segundo Azeredo, foi a maior variação da série histórica da pesquisa, iniciada em 2012. Na comparação com o trimestre anterior, a variação foi de 1,6%. Ele destaca que, apesar do total da população ocupada ter atingido 93,3 milhões de pessoas, o país está com um contingente de 28,4 milhões de pessoas subutilizadas.

“Falar em virada no mercado de trabalho com um quarto da população subutilizada e atingindo recorde na série é minimizar o problema que a gente tem no Brasil hoje. Nós não temos só 12 ou 13 milhões de pessoas desocupadas. Nós temos 28 milhões de pessoas subutilizadas no Brasil, levando em consideração as pessoas que estão subocupadas por insuficiência de horas, que é recorde na série, a população desalentada, que também é recorde na série”.

O IBGE calcula que o desalento atinge 4,87 milhões de pessoas, o que representa 4,4% do total da força de trabalho do país. A população em idade de trabalhar, ou seja, 14 anos ou mais, foi estimado em 170,9 milhões de pessoas, um aumento de 1% na comparação anual. A força de trabalho, somadas as pessoas ocupadas e as desocupadas, atinge 106,1 milhões de pessoas. Um total de 64,8 milhões de pessoas estão fora da força de trabalho, o que indica queda de 1% na variação anual.

Nível de ocupação

O nível de ocupação no país, que representa o percentual de pessoas em idade de trabalhar e que estavam ocupadas na semana de referência, teve uma leve recuperação de 0,8 ponto percentual na comparação com o primeiro trimestre. O índice atingiu a menor taxa no início de 2017, com 53,1%, e o maior índice de ocupação foi no fim de 2013, com 57,3%.

Em termos de taxa de desocupação, houve ligeira melhora no trimestre, passando de 12,7% para 12%. Azeredo destaca que, se o mercado de trabalho está se recuperando e deixando para trás os 13% de desempregados alcançados no segundo trimestre de 2017, o Brasil ainda está bem longe de alcançar a taxa de 6,2% do último trimestre de 2013.

Salários

Quanto à massa salarial, que soma todos os rendimentos dos trabalhadores, o valor chegou a R$ 208,4 bilhões, um aumento de 2,4% na comparação com o segundo trimestre de 2018 e estabilidade em relação ao trimestre anterior. O rendimento médio ficou em R$ 2.290, 1,3% a menos na comparação trimestral e 0,2% a menos na variação anual. Segundo Azeredo, essa diminuição ocorre por causa da entrada de pessoas no mercado de trabalho pela informalidade e com rendimentos mais baixos.

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Nacional Destaque2

Economia em ritmo lento: Brasil tem 13,4 milhões de desempregados, aponta IBGE

Os números da pesquisa Pnad Contínua apontam, com base nas informações divulgadas, nesta terça-feira, que cresceu a população desocupada em relação ao período de outubro a dezembro de 2018.

Os sinais de recuperação da economia ainda são frágeis e geram angustia para quem está na fila à procura de uma vaga de trabalho. A preocupação se retrata nos números divulgados, nesta terça-feira, pelo IBGE,  que mostra o crescimento da taxa de desemprego no primeiro trimestre do ano.

Segundo o IBGE, com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), a taxa cresceu para 12,7%, com alta de 1,1 ponto porcentual em relação ao trimestre anterior, de outubro a dezembro de 2018 (11,6%). Houve alta também em relação ao trimestre imediatamente anterior, até fevereiro, que teve taxa de 12,4%. O resultado, porém, foi melhor que o registrado no primeiro trimestre de 2018 (13,1%). 

Os dados do IBGE apontam que a população desocupada cresceu 10,2% na comparação com o trimestre de outubro a dezembro de 2018 e atingiu 13,4 milhões – o que indica o acréscimo de 1,2 milhão de pessoas desocupadas.  De acordo, ainda, com a pesquisa, a  renda média real do trabalhador foi de R$ 2.291,00 no trimestre encerrado em março. O resultado representa alta de 1,4% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Há outra preocupação extraída do levantamento divulgado pelo IBGE: o  Brasil tinha 4,843 milhões de pessoas em situação de desalento no trimestre encerrado em março. O resultado significa 180 mil desalentados a mais em relação ao trimestre encerrado em dezembro de 2018. Em um ano, 256 mil pessoas a mais caíram no desalento.

O termo desalentado define o conjunto da  população   que estava fora da força de trabalho por uma das seguintes razões: não conseguia trabalho, ou não tinha experiência, ou era muito jovem ou idosa, ou não encontrou trabalho na localidade – e que, se tivesse conseguido trabalho, estaria disponível para assumir a vaga. Os desalentados fazem parte da força de trabalho potencial.

No Ceará

Os números vão ao encontro da matéria publicada no Ceará Agora que, segundo dados do Caged, no Ceará, a quantidade de contratações em relação às demissões terminou negativa em março deste ano. O Estado registrou 4.638 postos formais a menos.

Este é o pior saldo de Março desde 2017, quando foram fechadas 63.624 vagas. No mesmo período do ano passado, o resultado foi positivo, com 56.151 vagas abertas. Em fevereiro, o Brasil havia criado 173.139 empregos formais.

Com isso, o Estado é o terceiro estado do Nordeste em redução de empregos formais.