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Obras do Cinturão das Águas estão paralisadas e operários devem ser demitidos

Viabilidade das obras do Cinturão das Águas do Ceará (CAC) está comprometida. Atrasado no repasse de verbas do Governo federal vem afetando os recursos estaduais, provocando enxugamento das contas e impossibilitando a continuidade da obras no Cariri.

Trabalhadores que atuam no lote 3 do trecho 1 já receberam aviso prévio para demissão devido a paralisação dos trabalhos. Com três trechos e seis ramais ao todo, as obras do CAC se arrastam desde 2013 e já custaram aos cofres públicos mais de R$ 1,2 bilhão.

A empresa Marquise informa que está sem receber os repasses desde janeiro de 2019. Como consequência a obra, – que estava 40% concluída – está paralisada e cerca de 260 funcionários estão ameaçados de desligamento.

Os detalhes sobre as obras nos lotes 1 e 2, realizados pelas empresas Passarelli e PB Construções, respectivamente, ainda são desconhecidos. Em março deste ano, dia 29, o Ministério do Desenvolviemnto Regional (MDR) confirmou o envio de R$ 10,6 milhões ao Governo do Estado do Ceará.

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Suspensão de recursos atrasa obras do Cinturão das Águas

As suspensões orçamentários realizadas pelo governo federal nos últimos meses, com o argumento de equilibrar as contas públicas estão afetando o andamento de obras importantes como o conjunto de canais para distribuir as aguas do rio São Francisco aos munícipios do Ceará. O repasse da verba está atrasado e ameçaa a entrega do projeto em tempo hábil.

Segundo o Ministério do Desenvolvimento Regional, foram repassados ao governo estadual R$ 10,6 milhões para as obras do Cinturão das Águas do Ceará (CAC) no dia 29 de março. De acordo com o secretário de Recursos Hídricos do Ceará (SRH), Francisco Teixeira, não houve suspensão das obras, mas o repasse federal está atrasado.

O chamado “eixo emergencial” do CAC já está pronto para receber as águas do Projeto de Integração do São Francisco (PISF).  Este trecho conduzirá as águas do “Velho Chico” até o Riacho Seco, em Missão Velha. De lá, fluirá pelo Rio Salgado, que deságua no Rio Jaguaribe, seguindo até o Açude Castanhão. 

A água que chegará à Capital cearense vai passar pelo Trecho 01 do CAC que tem, ao todo, 149,85 km de extensão. Contudo, o “eixo emergencial”, que percorre somente 53 quilômetros desta primeira, está concentrado nos lotes 01 (38,5 km), 02 (9,2 km) e 05, onde estão os túneis Sítio Alto I, Sítio Alto II e Veneza.

O Cinturão das Águas tem o orçamento de 18,7 bilhões de reais e seu comprimento total chega a 1.300 km.