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Cid Gomes critica projeto de Bolsonaro que altera regras do Código de Trânsito Brasileiro

O senador Cid Gomes (PDT-CE) criticou, durante a sessão desta terça-feira (04/06), o projeto de lei apresentado pelo presidente Jair Bolsonaro à Câmara dos Deputados, que propõe mudanças no Código de Trânsito Brasileiro. Dentre as alterações, a possibilidade de dobrar de 20 para 40 a pontuação na carteira de motorista antes de o documento ser cassado.

“O projeto permite que agora a pessoa possa duplicar a quantidade de multas e ele ainda vem pessoalmente trazer aqui dando uma demonstração do quão despreparado e em que se ancora este presidente”, criticou.

O projeto prevê ainda o fim da multa para motoristas que circularem com crianças fora da cadeirinha, o fim da exigência de exame toxicológico para motoristas profissionais, além de menos punições para motociclistas flagrados sem capacete.

Confira o que disse Cid Gomes sobre o projeto de lei:

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Tasso volta a alertar para Bolsonaro assumir deveres e responsabilidades de presidente

O senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), futuro relator da Comissão Especial do Senado que irá apreciar o projeto de reforma previdenciária, voltou a fazer, nessa quarta-feira (26), ponderações para o presidente Jair Bolsonaro mudar a postura, assumir deveres e responsabilidades impostos ao cargo, e adotar as decisões que os brasileiros esperam

Tasso, que demonstra otimismo com o ambiente no Congresso Nacional para aprovação das mudanças nas regras da aposentadoria, citou que determinadas ações do Governo atrapalham a agenda do País.

Fez referência, por exemplo, as posições do presidente, como a determinação às Forças Armadas para que comemorem o golpe militar de 1964, que, segundo ele, “só atrapalham a tramitação do projeto classificado como mais importante do governo“.

Tem que cair a ficha do presidente de que ele é o presidente da República, o que inclui uma imposição de deveres e responsabilidades. Postura que não é mais de um cidadão comum que veste a camisa do Palmeiras e sandália japonesa. Então, tem que assumir isso, colocar isso no seu perfil, no seu personagem’’, disse Tasso, em entrevista ao Jornal O Globo.

Segundo o senador cearense, as declarações de Bolsonaro prejudicam a tramitação da reforma da Previdência: “É claro que isso preocupa (as celebrações do golpe militar). Só faz atrapalhar. Nada constrói e é desnecessário. 

Bolsonaro e Rodrigo Maia

Sobre o conflito entre o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e Bolsonaro, o tucano disse que é “hora de parar“.

Tem que parar com esse pingue-pongue e tem que ser a partir do próprio presidente“, observou. Tasso disse, ainda, que, se melhorar a articulação, ainda é possível votar a reforma na Câmara.

“A Câmara mostrou que quando quer aprovar alguma coisa com rapidez, aprova, né? — questionou, em referência à proposta de emenda à Constituição que engessa o Orçamento. E completou: — Aqui no Senado existe essa consciência (da importância da reforma da Previdência). Já esteve mais forte. Com todos esses problemas e confusões, ela tem enfraquecido um pouquinho, mas o clima ainda é favorável.”

destacou o tucano


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Por Twitter, Bolsonaro defende ‘Lava Jato da Toga’ e critica gastos na Educação

Pelo Twitter, o presidente Jair Bolsonaro defendeu o que chamou de “Lava Jato da Educação“. O post foi feito na manhã desta segunda-feira (4), onde, para embasar seu ponto de vista, citou que o Brasil gasta mais em educação em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) do que a média de países desenvolvidos, mas ocupa as últimas posições na Programa Internacional de Avaliação (PISA).

Segundo ele, em 2003, o Ministério da Educação (MEC) gastava R$ 30 bilhões em Educação, e, em 2016, gastou quatro vezes mais, chegando a R$ 130 bilhões.

Há algo de muito errado acontecendo: as prioridades a serem ensinadas e os recursos aplicados. Para investigar isso, o Ministério da Educação junto com o Ministério da Justiça, Polícia Federal, Advocacia e Controladoria Geral da União criaram a Lava-Jato da Educação.”

Segundo o presidente, os dados iniciais da investigação revelam “indícios muito fortes” de que a máquina está sendo usada para a manutenção de “algo que não interessa ao Brasil”. Ele ainda completou que sabe que isso pode acarretar greves e movimentos coordenados, “prejudicando o brasileiro“.

Brasil gasta mais em educação em relação ao PIB que a média de países desenvolvidos. Em 2003 o MEC gastava cerca de R$30bi em Educação e em 2016, gastando 4 vezes mais, chegando a cerca de R$130 bi, ocupa as últimas posições no Programa Internacional de Avaliação de Alunos (PISA)— Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 4 de março de 2019