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Ministério da Economia nega privatização do BNB

O ministério da Economia, chefiado por Paulo Guedes, negou movimentações para a privatização do Banco do Nordeste do Brasil. Guedes afirmou que “não há no momento estudo ou nota técnica que suporte uma decisão de privatização do BNB”.

O ministro disse, em nota, que “qualquer decisão só será tomada após a prévia realização de estudos e de avaliação da política pública desempenhada pela estatal”.

O coordenador da bancada cearense, Domingos Neto (PSD), adiantou que, apesar da nota do governo, os parlamentares da Frente não irão se desmobilizar pela defesa da instituição de fomento da região.

Nas últimas semanas, parlamentares têm se reunido em uma Frente para cobrar dos presidências da Câmara dos Deputados e do Senado Federal a defesa da instituição, que também tem atuação em Minas Gerais e no Espírito Santo. O governo Jair Bolsonaro (PSL) implementou um plano de desestatização como estratégia econômica, mas prometeu debate “democrático” sobre o assunto.

Nos bastidores, a informação de possível fusão do BNB com o BNDES ganhou força desde o início do ano. A nota do governo finaliza alegando que o BNB “não consta no Plano Nacional de Desestatização – PND”.

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Frente parlamentar do Nordeste se reúne com presidente do senado em defesa do BNB

No início da tarde desta terça-feira (16), o presidente do senado federal, Davi Alcolumbre, se reuniu com a comitiva de parlamentares nordestinos para ouvir os relatos apresentados na Carta de São Luís, documento elaborado no 3º ParlaNordeste. Entre as pautas de fortalecimento do desenvolvimento do Nordeste, o destaque é para a defesa do Banco do Nordeste do Brasil (BNB), bandeira encabeçada pelo Ceará, através do deputado estadual Danniel Oliveira.

O presidente do senado se comprometeu em levar o assunto aos demais senadores e contribuir com as demandas do Nordeste.

Para representar o Ceará, estiveram presentes os deputados estaduais Danniel Oliveira, Walter Cavalcante e Acrisio Sena e o deputado federal Moses Rodrigues. Participaram também os presidentes das Assembleias Legislativas do Maranhão, Piauí, Sergipe e Bahia.