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Presidente da República realiza pronunciamento e apresenta objetivos do governo para problemas econômicos

Na noite desta quarta-feira (1º), feriado do Dia do Trabalhador, o presidente da República Jair Bolsonaro realizou pronunciamento nacional para relatar esforços e medidas tomadas pelo governo, para driblar os problemas econômicos enfrentados pelo país. Durante o pronunciamento, o presidente destacou a medida provisória que trata da Declaração dos Direitos de Liberdade Econômica.

Jair Bolsonaro apresentou que as iniciativas tomadas pelo Ministério da Economia buscam restringir o papel do estado no controle e na fiscalização da atividade econômica, considerada essencial no crescimento do país.

O presidente relata que os principais objetivos do governo é desenvolver a atividade econômica de baixo risco para o sustento próprio das famílias brasileiras, além de produzir, empregar e gerar renda para assegurar a liberdade do desenvolvimento econômico.

“O caminho é longo. Eu sei que unidos ultrapassaremos essas dificuldades inciais, que são naturais nas transições de governo, especialmente se as concepções políticas são antagônicas. O Brasil elegeu a esperança, motivo pelo qual estarei sempre atento para não decepcioná-los. É o meu compromisso com você nesse dia do Trabalho”, finaliza.

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Ciro não participa de ato unificado de 1º de maio, em São Paulo

O candidato à presidência nas últimas eleições, Ciro Gomes (PDT), não vai participar do ato unificado das centrais sindicais em celebração pelo Dia do Trabalho, em São Paulo. Segundo a organização, Ciro havia confirmado presença no evento, mas cancelou a participação.

O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, disse que o ex-ministro precisou acompanhar o filho mais novo e exames médicos, mas admitiu que o motivo da ausência é político.

“Ele achou oportuno não vir. Isso é um ato dos trabalhadores e dos sindicatos. Como ele foi candidato a presidente, poderia parecer eleitoral”. Lupi negou o motivo da ausência seja a presença do PT.

Sem citar o evento, Ciro Gomes usou o Twitter para se manifestar neste 1º de maio.

“Os ataques aos direitos das trabalhadoras e trabalhadores pede mobilização e ação”, escreveu.

“As centrais sindicais têm um papel importante de ajudar nosso povo a se informar dos danos que essa proposta (da reforma da Previdência) causará, principalmente aos mais pobres. Que este dia do trabalho seja de informação, debate e organização da resistência. Lutemos!”.

Dois candidatos à presidência compareceram ao ato, Guilherme Boulos (PSOL) e Fernando Haddad (PT). Boulos lamentou a ausência de Ciro no evento.

“O Ciro deveria estar aqui. Pena que não pode vir, seria muito importante”, disse Boulos.

O líder do MTST tenta convencer Ciro a participar da Unidade Progressista, grupo do qual fazem parte Haddad, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB) e o ex-governador da Paraíba Ricardo Coutinho (PSB).

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Jair Bolsonaro fará pronunciamento pelo Dia do Trabalho

O presidente Jair Bolsonaro fará um pronunciamento, nesta quarta-feira (1º), às 20h, em rede nacional de rádio e TV, devido o Dia do Trabalho. A expectativa é que o presidente relate quais esforços serão tomados pelo governo para reverter as taxas de desemprego do País.

O presidente deve ressaltar que as medidas econômicas adotadas pelo governo têm como objetivo alavancar investimentos e a geração de empregos.

Em diferentes ruas do país, manifestantes protestaram contra a reforma da Previdência. O movimento, organizado pelas frentes sindicais, tenta marcar uma união da esquerda contra o governo Bolsonaro.

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‘Aquela reforma tinha o objetivo de precarizar as relações de emprego’, aponta Ronaldo Solano Feitosa

Neste 1° de maio comemora-se o Dia do Trabalho em todo país. Feriado nacional, a data é uma das mais populares do Brasil e possui uma carga histórica importante no que se refere a luta pelos direitos trabalhistas. Nessa perspectiva, há cerca de um ano e meio foi aprovado aqui no Brasil a reforma trabalhista que ocasionou profundas mudanças na Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), modificando as relações entre empregado e empregador.

Diante disso, no Jornal Alerta Geral (Expresso FM 104.3 na Capital + 26 emissoras no Interior) desta quarta-feira (01), tivemos uma entrevista com o Juiz do trabalho Ronaldo Solano Feitosa, discutindo os resultados dessa reforma. Segundo ele, a expectativa que o governo tinha de gerar cerca de 6 milhões com a reforma não se concretizou na realidade e isso já havia sido alertado:

A maneira como aquela reforma foi feita ela não poderia gerar nenhum emprego, na verdade ela tinha objetivo apenas e tão somente de precarizar as relações de emprego e criar dificuldades para o próprio trabalho de ajuizar novas reclamações.

Sobre essas dificuldades que o trabalhador tem enfrentado no acesso á Justiça de Trabalho para protocolar ações trabalhistas, o Juiz aponta que as alterações na CLT provocaram uma diminuição na busca por novas reclamações. Para ele somente o Supremo Tribunal Federal pode alterar essa situação:

Nós temos a expectativa de que o supremo, em breve, venha declarar inconstitucional, sobretudo, esses dispositivos que dificultam o acesso do trabalhador à justiça do trabalho.

Dentre as principais mudanças que a Reforma Trabalhista trouxe para o dia a dia do trabalhador estão a alteração na jornada diária, antes limitada a 8 horas, que passou a se estender por até 12 horas de trabalho e as férias que antes eram de 30 dias e poderiam ser fracionadas em até dois períodos, com a Reforma agora podem ser fracionadas em até três períodos, contato que cada um seja de pelo menos de 15 dias.

Você pode conferir a entrevista na íntegra com o Juiz Ronaldo Solano clicando no vídeo logo abaixo.