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Eleições 2020: Domingos Filho (PSD) realiza “arrastão” de olho no fortalecimento político do PSD no interior do Ceará

Uma das siglas que se mobiliza a fim de colher bons resultados nas eleições de 2020 é o PSD (Partido Social Democrático). O líder da agremiação no Ceará, ex vice-governador Domingos Filho, tem se articulado para angariar apoios e ampliar as bases do partido no interior do estado e na região metropolitana de Fortaleza.

Nessa perspectiva, foi firmada uma aliança entre Domingos Filho e o deputado estadual ELy Aguiar (DC), que foi nomeado presidente da sigla municipal em Fortaleza e que deverá se candidatar a vereador em 2020.

Para o jornalista Luzenor de Oliveira, a movimentação de Domingos Filho é um verdadeiro arrastão. “Ele percorre cidades no interior do Ceará, desenha um mapa político olhando para as eleições de 2020, atraindo vereadores, ex-vereadores, prefeitos, ex-prefeitos. É um verdadeiro arrastão”, afirma Luzenor.

Já Beto Almeida comenta que a “movimentação chama atenção de todo mundo, inclusive dos aliados que acompanham essa evolução tentando se fortalecer para ganhar músculos para as eleições do ano que vem”

Dentre as ações do partido, no próximo dia 19 de setembro (quinta-feira), o PSD realiza um encontro regional no município de Aracati às 09 horas. A reunião contará as presenças do presidente regional da sigla Gilberto Kassab, a deputada estadual Patrícia Aguiar, o deputado federal Domingos Neto e o presidente do partido no Ceará, Domingos Filho.

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Política Estadual Priscila Brito

Advogada Priscila Brito, no Alerta Geral, fala sobre presença feminina na política

A advogada Priscila Brito, em seu comentário no Jornal Alerta Geral, destaca as condições para a participação das mulheres na política, enfatiza a cota de 30% de vagas dos partidos para as candidaturas femininas e lemba que, com esse espaço, o financiamento das campanhas é na mesma proporção. Ou seja, os recursos do fundo eleitoral devem ser destinados, em 30%, para a campanha das mulheres que entram na corrida eleitoral.

Priscila disse, ainda, que, além da cota e do financiamento, há outro aspecto garantido para as mulheres na mesma proporcionalidade: o espaço na propagada do rádio e da televisão. Os jornalistas Luzenor de Oliveira e Beto Almeida, ao conversarem sobre o conteúdo do comentário da advogada Priscila Brito, que dá ênfase, também, ao quociente eleitoral – cálculo para partidos elegerem representantes ao Legislativo, destacam que as mulheres precisam ser estimuladas a entrar na política.

Luzenor chegou a sugerir a hastag #maismulheresnapolitica como estímulo para as candidaturas femininas ocuparem mais espaços nas eleições de 2020. Ele afirmou, também, que, embora as eleições estejam bem distantes, essa preparação para atrair as candidaturas das mulheres deve começar agora. As eleições para as Prefeituras e Câmaras Municipais ainda não começaram mas já despertam o interesse dos agentes políticos que esperam participar do pleito.

Acompanhe a análise completa da advogada Priscila Brito:

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Corrida eleitoral na Capital: sem coligações proporcionais, partidos começam a fazer pré-seleção de candidatos a vereador

As mudanças na legislação eleitoral que entram em vigência a partir de 2020 e colocam um fim nas coligações proporcionais (vereador) poderão estimular os partidos a lançarem mais candidatos a prefeito nas cidades da Grande Fortaleza e do Interior do Ceará.

Essa medida seria uma estratégia para os candidatos a vereador somarem mais votos e garantirem vagas no Legislativo. Sem as coligações proporcionais, as siglas poderão optar pelo lançamento de candidaturas majoritárias (prefeito) e buscar votos para elegerem, pelo menos, um vereador.

Com as mudanças na lei que disciplina as eleições, a corrida pela Prefeitura poderá ter, em 2020, o maior número de candidatos a prefeito. A linha de raciocínio entre lideranças e dirigentes partidários é que, com um candidato a prefeito, os candidatos a vereador podem brigar por mais votos e, com isso, ampliar as chances de presença no Legislativo Municipal.

‘Peneira’

O quadro que prevaleceu em 2016, quando estava em vigência a formação de coligações proporcionais, muitos candidatos entraram na corrida pelas Câmaras de Vereadores, mas perdiam o entusiasmo no meio da campanha porque se sentiam trabalhando apenas para eleger os concorrentes – dentro da mesma coligação, que apresentavam maior potencial de votos.

As regras na eleição de 2020 serão outras e, nesse momento, os partidos começam a fazer uma triagem para escolha de candidatos a vereador, principalmente, nas grandes e médias cidades. Em Fortaleza, alguns partidos começaram a fazer a ‘peneira’ e reunir potenciais candidatos, mas o movimento tem sido discreto para evitar o vazamento de informações e o olhar dos partidos que querem atrair nomes de peso eleitoral.