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IDT promove mutirão com vagas de emprego para pessoas com deficiência

O Instituto de Desenvolvimento do Trabalho (IDT), por meio da Unidade do Sine no Centro de Formação e Inclusão Social pelo Trabalho (Cefit), realizará o Mutirão da Inclusão nesta sexta-feira (27), de 8h às 13h, em alusão ao Dia Nacional de Luta das Pessoas com Deficiência (21/09).

Por meio do evento, serão ofertadas vagas de emprego, em diversos setores, para os profissionais com deficiência, tais como empacotador, auxiliar administrativo, motorista, auxiliar de contabilidade, promotor de vendas, operador de caixa, fiscal de prevenção de perdas, auxiliar de serviços gerais, auxiliar de limpeza, repositor, auxiliar de expedição, entre outras.

No Ceará, em 2018, foram inseridos por meio do Sine/IDT 2.154 trabalhadores com deficiência, representando o estado de maior inserção na região Nordeste.

Inclusão de pessoas com deficiência

No Ceará, existem 2,3 milhões de pessoas com deficiência, 27,69% da população estadual, segundo o Censo Demográfico de 2010. Nos demais estados, esta proporção variou entre 21,31% e 27,86% e, no Brasil, chegou a 23,92%.

Apesar de a elevação das pessoas com deficiência empregadas representarem somente 1% do estoque de empregos formais do País, no Ceará, o número de pessoas com deficiência empregadas formalmente passou de 14.513, em 2016, para 15.037, em 2017.

Serviço:

Mutirão da Inclusão

Data: 27 de setembro (sexta-feira)

Horário: De 8h às 13 horas

Local: Unidade do Cefit – Rua Valdetário Mota, 970, bairro Papicu

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Economia Destaque1

Construção civil impulsiona crescimento de empregos no Ceará em julho

O mercado de trabalho formal no estado do Ceará ganhou 890 vagas de emprego no mês de julho. Os dados são da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, e integram o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O número de novos empregos é resultado da diferença entre contratações e demissões registradas em julho. Segundo a pasta, foram 32 mil 979 admissões contra 32 mil e 89 desligamentos.

A construção civil foi o setor que mais impulsionou o emprego formal no Ceará no sétimo mês de 2019. De acordo com o Cadastro Geral, foram 1 mil 147 vagas de trabalho, resultado de 4 mil 160 contratações contra 3 mil e 13 demissões. Outra área onde houve geração de emprego expressiva foi a agropecurária, que encerrou o mês de julho com 412 vagas a mais no Ceará.

Apesar do bom resultado no úlltimo mês, o saldo de vagas de trabalho ainda é negativo. No apanhado dos primeiros sete meses de 2019, o mercado formal perdeu 5.951 vagas de emprego segundo o Caged. Em contrapartida, no levantamento dos últimos 12 meses o saldo fica positivo, registrando, nesse período 6.232 cearenses entrando no emprego formal 

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Economia

Depois de quatro anos em queda, carteira assinada volta a crescer

Depois de quatro anos seguidos de queda, o emprego no setor privado com carteira de trabalho assinada voltou a crescer. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – Contínua (Pnad-C), o indicador cresceu 1,5% no trimestre encerrado em abril deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), foram gerados 480 mil postos de trabalho formais no período, totalizando 33,1 milhões de trabalhadores nessa situação.

O aumento reflete o início de um quadro favorável. É a primeira vez que a categoria carteira de trabalho respira desde o início da crise em 2014, disse o pesquisador do IBGE Cimar Azeredo.

Azeredo explica que a alta foi puxada pelos setores de educação e saúde, de trabalhadores de baixo nível educacional da mineração, da construção, do transporte e dos profissionais liberais.

Apesar da alta dos empregos com carteira de trabalho assinada, houve também uma alta nos empregos informais, isto é, aqueles sem carteira. A alta foi 3,4%, ou seja, 368 mil pessoas a mais do que no trimestre encerrado em abril do ano passado. No total, 11,2 milhões de pessoas estavam nessa situação no trimestre encerrado em abril deste ano.

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Economia

Abril tem a maior criação de emprego formal para o mês desde 2013

A criação de empregos com carteira assinada atingiu, em abril, o maior nível para o mês em seis anos, segundo dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho. Ao todo, foram criados 129.601 postos formais de trabalho no último mês. O indicador mede a diferença entre contratações e demissões. Beneficiada pelos serviços e pela indústria

A última vez em que a criação de empregos tinha superado esse nível foi em abril de 2013, quando as admissões superaram as dispensas em 196.913. A criação de empregos totaliza 313.835 de janeiro a abril e 477.896 nos últimos 12 meses.

Na divisão por ramos de atividade, todos os oito setores pesquisados criaram empregos formais em abril. O campeão foi o setor de serviços, com a abertura de 66.290 postos, seguido pela indústria de transformação (20.470 postos). Em terceiro lugar, vem a construção civil (14.067 postos).

O nível de emprego aumentou na agropecuária (13.907 postos); no comércio (12.291 postos), na administração pública (1.241 postos); nos serviços industriais de utilidade pública, categoria que engloba energia e saneamento (867 postos) e extrativismo mineral (454 postos).

Tradicionalmente, a geração de emprego é alta em abril, por causa do início das safras e do aquecimento da indústria e dos serviços.