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Maternidade Santa Terezinha, em Caucaia, registra 43 mil atendimentos em 6 meses; aumento é de 16% sobre 2018

Um dos maiores equipamentos da rede municipal de atendimento em saúde de Caucaia, a Maternidade Santa Terezinha registrou um excelente desempenho no primeiro semestre deste ano. Em seis meses, o equipamento registrou 43.135 atendimentos.

Isso representa um aumento de 16% em relação ao mesmo período do ano passado, quando a unidade fez 37.215 atendimentos. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (24/7) pela Diretoria da Maternidade.

Em média, o equipamento realizou este ano sete mil atendimentos por mês – ao passo que no primeiro semestre do ano passado a média foi de seis mil registros mensais.

A produtividade geral engloba arealização de partos, consultas ginecológicas de urgência e ambulatorial, prevenção, mastologia, pré-natal, enfermagem, ultrassonografias, serviço social, coleta de exames, dentre outras metodologias diversas.

Em 2018 inteiro, a Maternidade Santa Terezinha registrou mais de 72 mil atendimentos. Foram feitos, por exemplo 3.783 partos e 1.285 procedimentos. “Contamos com uma equipe multidisciplinar e bem capacitada para atender a todas as demandas, pacientes, seus bebês e acompanhantes”, pontua a diretora da unidade, Rita Saunders.

O equipamento encontra-se com 80% das obras de reforma e ampliação concluídas. “Será criado um Centro de Parto Normal, que vai beneficiar cerca de 500 mulheres e bebês, incentivando proporcionando uma perspectiva mais humana e acolhedora”, adianta o secretário municipal de Saúde, Moacir Soares. 

O espaço está sendo adequado a exigências do Ministério da Saúde. “Gostaríamos de inaugurar em outubro, que é o mês do aniversário de 260 anos de Caucaia”, revela Rita Saunders.

SERVIÇO
MATERNIDADE SANTA TEREZINHA
ONDE: avenida Dom Almeida Lustosa, nº 3.702, no Marechal Rondon.
FUNCIONAMENTO: 24 horas.

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Camila Maciel Cotidiano

Marília Mendonça está grávida de cinco semanas

A rainha do ‘feminejo’ está esperando um herdeiro: a assessoria de Marília Mendonça confirmou que a cantora está grávida de cinco semanas do primogênito, fruto do relacionamento com o sertanejo Murilo Huff.
Até agora, Marília e o namorado não se pronunciaram, mas a equipe da cantora promete soltar uma declaração em breve.
A informação foi divulgada primeiro pelo colunista Léo Dias, com colaboração do perfil de Instagram Rainha Matos. Por e-mail, a assessoria de imprensa da cantora confirmou ao site Correio Braziliense.
Marília e o goiano Murilo, ambos de 23 anos, assumiram o namoro no final de maio deste ano. De acordo com os fãs, o casal provavelmente está junto desde meados de 2018. Eles teriam se conhecido em 2017, durante a gravação de uma música composta por ele — ‘Transplante’. Pouco depois, cantaram juntos ‘Dois enganados’.
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MEC pesquisa: quantas adolescentes em idade escolar engravidaram?

O Ministério da Educação (MEC) quer saber quantos casos de gravidez na adolescência ocorreram em 2018. Desde a última quinta-feira (14) está disponível para as escolas públicas e privadas o “Questionário sobre quantidade de casos de gravidez em adolescentes escolares”. O prazo para preencher os dados vai até 15 de abril.

Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pelo questionário, as escolas devem considerar os casos de gravidez em adolescentes na faixa etária de 10 a 19 anos de idade identificados no ano passado. Não será necessário identificar a adolescente.

O questionário deverá ser preenchido por gestores escolares ou por pessoas designadas pelas escolas. O acesso é por meio de um link no Sistema Educacenso,exclusivamente para o perfil escola.

O trabalho faz parte do programa Saúde na Escola, desenvolvido pelo MEC e Ministério da Saúde. A intenção é fortalecer ações conjuntas para reduzir o número de casos de gravidez na adolescência, além de garantir o cuidado integral às adolescentes grávidas.

Ações de promoção, prevenção e atenção à saúde

O Programa Saúde na Escola foi instituído em 2007 visando levar às escolas públicas ações de promoção, prevenção e atenção à saúde, para enfrentar vulnerabilidades que comprometem o pleno desenvolvimento de crianças e jovens. Entre as ações do programa estão a promoção da saúde sexual e da saúde reprodutiva, em conformidade com os princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde.

De acordo com o Ministério da Saúde, a taxa de gravidez na adolescência no Brasil é de cerca de 56 adolescentes a cada grupo de mil. Número maior que a taxa internacional, que é de cerca de 49 a cada 1 mil.

Segundo o ministério, embora esse número esteja alto, houve – entre 2010 e 2017 – redução de 13% de bebês de mães adolescentes. Meninas negras representam a maior proporção entre essas mães: 19,7% pardas e 15,3% pretas, seguindo a classificação do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).