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Alerta Geral: médico Henrique César critica declaração de prefeito de Pacajus sobre profissionais de saúde

Profissional de saúde que trabalha nos postos de saúde durante o dia não consegue dar plantão à noite.

Foi o que disse o prefeito de Pacajus, Bruno Figueiredo e que gerou insatisfação e o comentário do médico ortopedista e professor universitário Dr. Henrique César no Jornal Alerta Geral (Expresso FM 104.3 na Capital + 26 emissoras no Interior), nesta terça-feira (30), confira:

O médico ortopedista ainda acrescenta que é devido a esse desconhecimento por parte dos gestores que se encontra, segundo ele, um caos nos consórcios municipais; a desassistência à população; falta de medicamentos básicos em postos de saúde e instalações hospitalares pífias por todo o Estado.

O Dr. Henrique César, com 20 anos de experiência na área da saúde trabalhando mais de 60 horas por semana, ainda afirma nunca ter visto uma afirmação vinda de um gestor público tão desconectada com a realidade.

É uma verdadeira apunhalada nos meus amigos e e amigas técnicas de enfermagem, enfermeiros, médicos e todos os profissionais de saúde que, para conseguirem tirar o seu sustento simples, trabalham um bocado.

O médico e comentarista do Jornal Alerta Geral afirma que o volume excessivo de trabalho não é uma exceção no ofício do profissional de saúde, mas a regra e que a declaração é um exemplo do grave desconhecimento por trás de alguns gestores municipais do que acontece efetivamente na área da saúde.

Um gestor não pode tomar como régua a sua incapacidade de dedicação ao labor para falar dos seus colaboradores.
Disse Henrique César.

 

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Retorno do FH: nos pênaltis, Ceará bate Foz do Iguaçu e se classifica na Copa do Brasil

Mesmo ocupando a meta adversária durante quase todo o confronto, o Vozão não saiu do empate com o Foz do Iguaçu, jogando fora de casa, pela segunda rodada da Copa do Brasil. Com o placar sem gols nos 90 minutos, a decisão da vaga foi para os pênaltis. Brilhou, então, a estrela do goleiro Fernando Henrique, que pegou duas cobranças e garantiu o Ceará na próxima fase. O goleiro, que era a terceira opção no início do ano, protagonizou um “Eu peguei“, mesmo antes da cobrança de pênalti defendida.

O Ceará colocou duas bolas na trave durante o jogo – uma no primeiro tempo, em uma bela jogada de Roger, e outra no segundo, com um arremate de fora da área do meia Juninho -, mas pecou no momento final. Destaque para o lateral esquerdo João Lucas, que conseguiu algumas boas jogadas com o meia Baxola; além de Luiz Otávio que, mais uma vez, foi o xerife da defesa. No mais, o time produziu bem, mas não conseguiu definir a partida quando teve a chance.

Mesmo com as tentativas, não deu! Nas cobranças de pênalti, Juninho fez o primeiro do Vozão, e Fernando Henrique pegou a cobrança de Bruno Nascimento. Na sequência, Felipe Baxola vacilou e desperdiçou – Vinicius Martins deixou tudo igual para o Foz. Ricardinho colocou o Alvinegro na frente e Fernando Henrique defendeu chute de Luiz Matheus. Em seguida, Roger fez, Thomas diminuiu, e Samuel Xavier garantiu a classificação do Ceará.

O Vozão encara, agora, o Corinthians, com datas ainda não definidas. A terceira fase já será no esquema de mata-mata (ida e volta).

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Henrique César sobre Fila Zero: “muito dinheiro gasto com pouca capacidade de solução”

“Fila Zero foi um fiasco. Muito dinheiro gasto com pouca capacidade de solução”, afirma médico ortopedista Henrique César

Traumas e lesões mais graves no período do carnaval são uma preocupação sempre recorrente nesse período do ano. As filas ortopédicas – onde o paciente em estado mais grave passa, em média, quatro anos – acaba ficando maior e mais lenta, dificultando o atendimento e superlotando o Instituto Dr. José Frota (IJF), em Fortaleza, hospital que recebe o maior número dos casos.

Nesta quarta-feira (27), nos estúdios do Jornal Alerta Geral, o médico ortopedista Henrique César questionou a eficiência do Programa Plantão Saúde Cirurgia, lançado, pelo governo do estado, em 2018, para credenciar empresas e entidades sem fins lucrativos para realizar cirurgias eletivas, visando reduzir a lista de espera desses pacientes. Para Henrique, a assistência ortopédica no Ceará é muito lenta e o Programa não foi suficiente para suprir a demanda.

A incapacidade de resolver problemas de médio porte fez com que o “Fila Zero (como o Programa fico conhecido) fosse um fiasco. Muito dinheiro gasto com pouca capacidade de solução“. Para o ortopedista Henrique, as organizações não estão preparadas para atender a demanda. Falta capacidade de reação que é, em muitos casos, suprida por outras iniciativas, como do Hospital Universitário Walter Cantídio, da Universidade Federal do Ceará (UFC), sem, ainda, o resultado necessário.

Interior do estado

Questionado pelo jornalista Luzenor de Oliveira sobre alta demanda que chega do Interior do estado, o médico ressaltou que nos traumas de médio e alta complexidade, o atendimento no IJF acaba sendo a primeira alternativa. “Existe uma demanda que vem do interior que é preocupante“, afirma Henrique César.

Fila integrada

O jornalista Beto Almeida, também nos estúdios do Jornal Alerta Geral, relembrou a proposição do procurador da República, Oscar Costa Filho, que tentou criar um sistema integrado para solucionar o problema das grandes filas de espera. “É um bom trabalho, entretanto, você não consegue organizar por conta da capacidade de solução“, rebateu o médico ortopedista Henrique César.

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Fim do Mais Médicos: Governo tem que pensar menos em politicagem e mais no povo, afirma Dr. Henrique

O tabloide do jornal El País desta quarta-feira (6) noticiou que o Governo Federal Brasileiro afirmou, através da Secretaria de Gestão do Trabalho e Educação na Saúde do Ministério da Saúde, liderado pela médica pediatra dra. Mayra, recém candidata derrotada ao Senado cearense, a extinção do programa Mais Médicos.

O médico ortopedista e professor universitário Henrique César fez uma análise completa sobre o assunto na edição desta quinta-feira (7) do Jornal Alerta Geral. Confira clicando no player abaixo: