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Moradores denunciam danificação e furto de pertences durante demolição de prédio na Maraponga

Os moradores do prédio demolido na Maraponga, em Fortaleza, denunciam a danificação dos seus bens devido ao manuseio irregular dos pertences. Além disso, os inquilinos acusam o furto de muitos objetos em meio às obras.

Durante o processo de derrubada do prédio, os moradores queriam resgatar seus pertences e alguns tentaram até invadir as ruínas para buscar seus móveis. Parte dos bens salvos pelos funcionários foram levados para um galpão no Bonsucesso, onde as famílias deveriam comparecer para reconhecimento e resgate.

Entre os bens que ficaram no interior do prédio estão livros, calçados, mochilas, roupas, bolsas, utensílios de cozinha como panelas, pratos, copos, brinquedos, eletrônicos e muitos outros objetos misturados, dificultando o reconhecimento.

Os moradores relatam que ao chegarem no galpão se depararam com os bens amontoados em tábuas de madeira e espalhados pelo chão. A falta de cuidados na remoção dos objetos danificou a maioria dos móveis e, por estarem misturados, muitos foram levados por engano.

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Começa processo de demolição do Prédio na Maraponga

Teve início na manhã desta sexta-feira (28) a demolição do prédio que desabou parcialmente no dia 1° de junho. Alguns moradores que tiveram de desocupar o prédio foram ao local na tentativa de reaver os pertences abandonados, mas foram informados de que isso não será possível.

O projeto de demolição, que deve demorar de três a cinco dias, está sendo realizado pela empresa Wetter L.T. contratada pelos proprietários do prédio. Antes do início do processo a empresa preparou o terreno na tarde de ontem (27), elevando as máquinas um pouco acima do solo para maior estabilidade.

Durante a demolição a área foi isolada e os moradores vizinhos ao prédio tiveram que sair de suas casas e só devem retornam a noite. A maior preocupação da equipe responsável pela demolição é não permitir que o edifício caia para a direita ou para esquerda.

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Prédio que desabou no início do mês, na Maraponga, será demolido nesta sexta-feira

Nesta sexta-feira (28) o prédio que desabou parcialmente no início deste mês, no bairro Maraponga, será demolido. A empresa Wetter L.T. é responsável pelo plano de demolição, deve durar de três a cinco dias, e o maquinário para realizar o procedimento já está sendo conduzido para o local nesta quinta (27).

Nesta manhã, a empresa já preparava o terreno para o trabalho com a implantação de uma rampa, já que as máquinas usadas na demolição precisam ficar acima do nível do solo. Durante a tarde, uma equipe da Defesa Civil irá a local comunicar o processo aos moradores. Na sexta, com o início da demolição, uma área será isolada e os moradores vizinhos ao prédio precisarão ficar fora da residência durante o procedimento. Não haverá interdição total da área e os moradores poderão retornar para as residências durante a noite.

As equipes da Defesa Civil irão monitorar a área para conferir possíveis avarias nos imóveis. Em caso de dano nos prédios nas proximidades, os proprietários do edifício demolido serão responsabilizados. Equipes da AMC, Corpo de Bombeiros e Polícia Militar também deverão estar no local.

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Defesa Civil interdita mais três casas após desabamento na Maraponga

Após o desabamento parcial de um prédio na Maraponga no último sábado (02), a Defesa Civil iniciou uma perícia nos edifícios vizinhos e descobriu altos riscos para algumas casas próximas, caso o edifício desabe totalmente.

Mais três casas foram notificadas como áreas de risco para os moradores em caso de desabamento após a análise estrutural. Dentre as três residências, duas são próprias e outra desocupada por não haver inquilinos. Agora, já são 15 residências nessa mesma situação.

No último sábado (2), um prédio teve um comprometindo na sua estrutura e após as colunas estourarem o edifício veio abaixo, destruindo o andar térreo. Os inquilinos, alertados pelos estalos dos pilares, conseguiram deixar o local a tempo e ninguém se feriu. De acordo com a Defesa Civil de Fortaleza e o Corpo de Bombeiros, há risco real do imóvel desabar completamente a qualquer momento.