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Campos Neto é o novo presidente do Banco Central

Nesta quinta-feira (28), em reunião privada no Palácio do Planalto, o economista Roberto Campos Neto tomou posse como presidente do Banco Central. O economista assume o lugar de Ilan Goldfajn, que estava no comando da instituição desde junho de 2016. A transmissão do cargo ocorre depois do carnaval, quando o novo presidente deve discursar em solenidade com a presença de convidados. A data ainda será confirmada.

Campos Neto foi indicado pelo presidente Jair Bolsonaro. Ele foi um dos formuladores da política econômica do governo e integrou a equipe brasileira que foi ao Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, em janeiro deste ano.

Na última terça-feira (26), o economista passou por sabatina na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, pela manhã, e teve o nome aprovado no colegiado. À noite também foi aprovado pelo plenário da Casa.

Durante a sabatina, Campos Neto defendeu a autonomia do Banco Central e afirmou que terá como foco estabilizar o poder de compra da população e assegurar um sistema financeiro sólido e eficiente.

Perfil

Nascido em 1969, Roberto de Oliveira Campos Neto é bacharel e mestre em economia pela Universidade da Califórnia. O novo presidente do Banco Central tem longa trajetória no sistema financeiro, iniciou a carreira no Banco Bozano Simonsen e trabalhou no Banco Santander por vários anos.

Ele é neto do economista, diplomata e escritor Roberto Campos (1917-2001), defensor do liberalismo econômico, que participou do governo Juscelino Kubitschek e foi ministro do Planejamento do governo Castello Branco.

As informações são da Agência Brasil.

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Domingos pontua desafios para aprovação da reforma da Previdência e relembra pressão da Trabalhista

“Todos os brasileiros querem que o Brasil dê certo…. Nós precisamos que a economia dê certo.” – deputado federal Domingos Neto (PSD)

Os debates para aprovação da reforma da Previdência seguem na rotina política do país. Para o deputado federal Domingos Neto (PSD/CE), o tema é sensível e o rombo na previdência compromete o orçamento público. Por conta disso, uma reforma previdenciária é encarada como necessária para o equilíbrio das contas do país, tanto pela base do governo como pelos setores de oposição. Porém, Domingos pondera, dizendo saber do impacto político do tema, onde relembrou a votação da reforma trabalhista.

“Todos os brasileiros querem que o Brasil dê certo…. Nós precisamos que a economia dê certo.”

No Bate Papo Político desta quinta-feira (28), no Jornal Alerta Geral (Rádio FM 104.3 – Expresso Grande Fortaleza + 26 emissoras no Interior), entre os jornalistas Luzenor de Oliveira e Beto Almeida, Domingos Neto disse que não se pode minimizar o problema – “precisamos debater o tema”. Para ele, é preciso, no entanto, debater no Congresso, onde serão colocados e rebatidos os pontos a serem aprovados na reforma.

O deputado destaca três desafios para aprovação da reforma. O primeiro é convencer a população de que a reforma é necessária; o segundo é aumentar a base do governo – quando lembrou da derrota sofrida pelo governo no Congresso, no último dia 19, com a Lei de Acesso à Informação; e o terceiro diz respeito às negociações do texto, já que, segundo o deputado, não se sabe ainda qual a figura do governo responsável pelo debate das propostas.