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Vacina para febre amarela pode prevenir zika, mas CE registra mais casos de dengue

Um estudo da Universidade Federal do Rio de Janeiro e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) mostrou que a vacina da febre amarela pode proteger contra a infecção pelo vírus zika. Testes realizados mostram que a vacina estimula o organismo a destruir o zika.

No entanto, mesmo com mais essa possibilidade de prevenção, o sinal de alerta precisa ficar ligado mais do que nunca, pois dados do Ministério da Saúde apontam que o número de casos de dengue no estado do Ceará teve aumento de 81,8% em comparação com o mesmo período do ano passado.

Até o dia 16 de março deste ano, o estado notificou 2.034 casos da doença. No mesmo período de 2018, foram 1.119 casos. A incidência no estado é de 22,4 casos/100 mil habitantes, considerado baixo em termos nacional. Ceará não registrou óbitos em decorrência da doença neste ano.

O mosquito aedes aedypti é o transmissor da dengue e da zika e, apesar dos casos dessa última doença terem diminuído nos últimos meses, com o aumento dos registros de dengue, é preciso tomar cuidado, pois a zika continua sendo uma das mais temidas infecções do mundo.

Ela é uma das principais causas de microcefalia e uma série de malformações em bebês, além de distúrbios neurológicos, como a síndrome de Guillain-Barré, em adultos.

Confira todas as informações com o correspondente do Jornal Alerta Geral, Wanderley Moises:

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Crise x Reforma Previdenciária: bancada de olho na ocupação de cargos federais no Ceará

O que pode significar fragilidade para o Governo, pode representar uma boa oportunidade para os aliados que estão na expectativa sobre a ocupação de espaços no Palácio do Planalto. Com a queda do Ministro Secretário da Casa Civil da Presidência da República, Gustavo Bebianno, o Governo precisa garantir estabilidade na relação com o Congresso Nacional e evitar que os respingos da crise política tenham impacto na votação da reforma previdenciária.

Com quase dois meses de mandato, o presidente Jair Bolsonaro ainda não sinalizou sobre a participação dos deputados federais e senadores na ocupação dos cargos da União nos Estados. A expectativa, entre parlamentares do Ceará, é que, com a chegada, na próxima quarta-feira, do projeto de reforma previdenciária ao Congresso Nacional, seja aberta a porta de entrada dos deputados federais e senadores na administração federal.

Dos 22 deputados federais e três senadores do Ceará, pelo menos, 15 começam a se mobilizar para tomar café com o Ministro Onyx Lorenzoni, que quer conversar, individualmente, com aliados do Governo no Congresso Nacional. Onyx quer apresentar as razões para convencer os deputados federais e senadores aprovarem as mudanças na Previdência Social. E, no outro lado, os deputados e senadores querem saber o que levarão para as bases políticas, para os municípios e estados para aprovar as novas regras para aposentadoria.

Integrantes da base de apoio ao Palácio do Planalto, os deputados federais Heitor Freire (PSL), Capitão Wagner (PROS), Roberto Pessoa (PSDB), Domingos Neto (PSD) e Genecias Noronha (SD), por exemplo, querem participação no Governo e estão de olho  em cargos considerados estratégicos no Ceará, como BNB, DNIT, INCRA, DNOCS, Companhia Docas, Correios, INSS e Delegacia Regional da Agricultura. São, pelo menos, 200 bons cargos de confiança que dão poder aos aliados e espaços para fortalecimento de bases eleitorais. Sem cargos e recursos para os municípios, os deputados federais não terão motivação para aprovar a reforma previdenciária.