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Preço da gasolina registra queda no Estado, mas continua em alta na comparação anual

O custo da gasolina nos postos de combustível do Estado registrou uma diminuição na última semana, entre os dias 9 e 15 de junho. De acordo com o levantamento da ANP (Agência Nacional de petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), o valor médio da gasolina comum era de R$ 4,572. Uma diminuição de R$ 0,08 a menos que no período anterior a ela, quando houve o registro de R$ R$ 4,653, em média.

No entanto, mesmo com a redução, na comparação anual a gasolina registra um aumento de 5,83%.

No começo do ano, a gasolina era vendida por R$ 4,32, cerca de R$ 0,25 a menos que o preço atual. Esse aumento da média é de quase 6% e maior do que a inflação da RMF (Região Metropolitana de Fortaleza), entre os meses de janeiro e maio, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O índice registrado nesse período foi de 3,04%.

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Postos de combustíveis podem funcionar normalmente em feriados no CE

Justiça do Ceará concede liminar permitindo que postos de combustíveis abram nos feriados de 2019. A decisão foi publicada depois que o sindicato dos empregados do setor comunicar, por nota, que as unidades não abririam por causa da falta de acordo com relação à última Convenção Coletiva firmada entre as partes, com vigência até dezembro de 2017.

Assim como no ano passado, havia um impasse entre as partes na negociação para o funcionamento do setor. No primeiro feriado de 2018 em Fortaleza, no Dia de São José, a maioria dos postos fecharam, provocando filas nas unidades que permaneceram abertas. Somente na Semana Santa os estabelecimentos voltaram a funcionar normalmente, após a Justiça conceder liminar.

De acordo com o Tribunal Regional do Trabalho do Ceará (TRT- CE), com o vencimento da última liminar, que estava vigente até o fim de 2018, o Sindicato dos Empregados em Postos de Combustíveis (Sinpospetro) ingressou com novo pedido na 11ª Vara do Trabalho de Fortaleza para que os postos não abrissem. O pedido foi indeferido pela juíza do Trabalho substituta Jorgeana Lopes de Lima, ficando determinado o funcionamento normal.