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Preços de produtos de supermercados variam em até 182,32%, aponta Procon

Uma pesquisa realizada pelo Departamento Municipal de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor mostra que em outubro deste ano os preços subiram 7,57%. A mesma pesquisa fez um balanço entre os supermercados de Fortaleza, comparando a soma de 60 produtos, mostrando que os preços podem variar bastante.

A pesquisa utiliza itens de alimentação, carnes e aves, padaria, refrigerantes, frutas e verduras, higiene pessoal, limpeza doméstica e ainda cuidados e higiene infantil.  O pimentão, por exemplo, teve uma variação de 182,32%.

A pesquisa realizada pelo Procon destacou que supermercados localizados na Secretaria Executiva Regional III (SER III) estão com os preços mais elevados. A média dos 60 produtos pesquisados mensalmente foi de R$ 492,80. Já os da SER IV apresentam os preços mais baixos. A média de produtos foi R$ 328,63.

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No Ceará, preço do botijão de gás apenas aumentou nos últimos cinco anos

Aumento constante. O preço do Gás Liquefeito de Petróleo em botijão de (GLP-13), conhecido como Gás de cozinha, aumentou 73% desde 2014, no Ceará. No primeiro semestre, o Estado já tem crescimento acumulado de 2% no valor, também acima do País (0,13%).

A fim de dirimir os preços, a equipe econômica do Governo Federal trabalha para implementar novos planos de oferta no mercado junto à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Em paralelo, a Petrobras mudou a política de precificação do gás.

No último dia 3, a Petrobras anunciou ainda a redução de 8,17% no preço do GLP, a vigorar a partir da última segunda-feira, 5. A expectativa era que a queda pudesse chegar a até 12% para os consumidores finais.

Entretanto, no Ceará, o valor do gás de cozinha apenas aumenta. Nos primeiros seis meses estava cotado a R$ 73,94, enquanto no mesmo período do ano passado estava a R$ 70,30. Diferença de 5,1% e acima da inflação no período.

Apesar de alta nas revendedoras, o preço nas distribuidoras caiu. Ao fim do mês de julho o valor foi fixado em R$ 52,20, queda de 0,95% no mês e 0,41% em doze meses.

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Governo avalia novas medidas para reduzir preço do gás de cozinha

Com a promessa de derrubar o preço do gás natural em até 40%, a nova política para o setor precisará de medidas adicionais para que a redução chegue à cozinha do brasileiro. Estudo divulgado nesta semana pelo Ministério da Economia lista três medidas para melhorar a competitividade do preço aos consumidores residenciais.

Produzido pela Secretaria de Avaliação, Planejamento, Energia e Loteria (Secap) da pasta, o documento defende o fim da política que concentrou o mercado de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) nos botijões de até 13 quilogramas (kg). A medida pode ser implementada ainda neste mês.

O documento também pede que o Conselho Nacional de Política Econômica (CNPE) recomende à Agência Nacional do Petróleo (ANP) um posicionamento sobre duas medidas anunciadas pelo governo: a liberação da venda fracionada de gás de cozinha e o enchimento de um mesmo botijão por diferentes marcas.

“Entende-se que essas mediadas constituem o ponto de partida para um processo de abertura efetiva do mercado de GLP à multiplicidade de agentes em todos os elos da cadeia, de modo a proporcionar benefícios aos consumidores em decorrência do aumento da concorrência”, destacou o documento. “Nesse sentido, a Secap visa contribuir com a discussão, para que os benefícios advindos do choque de energia barata também possam ser auferidos pelos consumidores residenciais do botijão de gás de cozinha”, diz o documento.

Fim de restrições

Prevista para ser decidida na reunião do CNPE no fim deste mês, a primeira medida pretende acabar com a política de preços diferenciados e com as restrições de mercado para botijões de gás de até 13 kg. Presentes em 72% do mercado nacional de gás, esses botijões têm o uso proibido em motores, no aquecimento de saunas e piscinas, em caldeiras industriais e em veículos.

Segundo o estudo, essa política barra a entrada de novos agentes no mercado e desestimula a concorrência. Para o Ministério da Economia, não existem provas de que os preços subsidiados para botijões de até 13 kg favoreçam apenas os mais pobres. Segundo a pasta, a população com renda mais elevada apropria-se do benefício. Na avaliação da secretaria, o fim das restrições não resultaria em aumento de preços, mas em aumento de competitividade.

Fracionamento

Em relação ao enchimento fracionado de recipientes, o documento informou que as regras da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) para o abastecimento a granel de GLP aplica-se a todos os tipos de recipientes e volumes, sem normas específicas para o enchimento do botijões de 13 kg. Para a secretaria, a venda fracionada pode criar novos modelos de transporte e de compra do gás, resultando em preços mais baixos para o consumidor.

“É possível que, com o fracionamento, venha a existir um modelo de negócios, a exemplo do Uber Eats e iFood que compra alimentos de quaisquer restaurantes e entregam em domicílio, provisionando gás para o consumidor (de qualquer peso) residencial, a partir de qualquer ponto de abastecimento normatizado por meio de regras ABNT”, ressaltou o relatório.

Troca de botijões

Em relação ao fim da proibição de que um botijão de uma distribuidora seja retornado e enchido por outra, o Ministério da Economia alega que a medida permite a entrada de mais agentes no mercado de distribuição. Isso porque a necessidade de destrocar vasilhames de marcas diferentes da distribuidora antes do enchimento aumenta os custos, beneficiando empresas grandes.

Segundo a pasta, os países que derrubaram a restrição à troca de botijões viram a concorrência aumentar. “Em Portugal, por exemplo, não era permitida a troca de botijões, mas após investigação do órgão de defesa do consumidor, constatou-se que tal prática resultava em falta de competição no mercado, a tal ponto de seus preços serem injustificadamente superiores aos praticados na Espanha”, destacou o estudo.

O Ministério da Economia recomendou mais estudos sobre a prática, com a possibilidade de criação da figura de um Trocador Independente de Botijões, empresa que atuaria com regulação do governo e com remuneração pré-definida (recebendo quantia fixa) para encher botijões de marcas distintas.

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Cotidiano

Guedes fala em redução de até 50% no preço do botijão de gás

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou hoje (27) que o preço do botijão de gás pode cair até 50% com a abertura do mercado do setor no país, por causa da maior competição entre empresas. Na última segunda-feira (24), o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aprovou resolução com diretrizes para dar início à abertura do mercado de gás no Brasil.

Atualmente, a Petrobrás detém o controle tanto da produção como da distribuição do gás no país. Apesar deste monopólio estatal já ter sido quebrado na legislação em 1997, a abertura para novas empresas não havia sido concretizada até agora.

“Estamos dando um choque da energia barata, quebrando um duplo monopólio, tanto na extração e refino quanto na distribuição do gás. Vamos reindustrializar o país em cima de energia barata. Essa maior competição em petróleo e gás, aceleração do ritmo de extração desses recursos naturais vão acabar chegando no botijão de gás da família, diminuindo em 30%, 40%, até 50% o custo do gás lá no final da linha”, disse Guedes após se reunir com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre.

O ministro também comentou sobre outras iniciativas em curso para abertura da economia.

“Tem uma agenda grande pela frente, estamos abrindo a economia. Estamos a semanas, possivelmente, de fechar um acordo que está há duas décadas parado, que é o acordo [do Mercosul] com a União Europeia. Estamos recomendados para entrar na OCDE [Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico]. Vamos fazer a simplificação e redução dos impostos”, disse.

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Estadual Destaque2

Preço da gasolina registra queda no Estado, mas continua em alta na comparação anual

O custo da gasolina nos postos de combustível do Estado registrou uma diminuição na última semana, entre os dias 9 e 15 de junho. De acordo com o levantamento da ANP (Agência Nacional de petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), o valor médio da gasolina comum era de R$ 4,572. Uma diminuição de R$ 0,08 a menos que no período anterior a ela, quando houve o registro de R$ R$ 4,653, em média.

No entanto, mesmo com a redução, na comparação anual a gasolina registra um aumento de 5,83%.

No começo do ano, a gasolina era vendida por R$ 4,32, cerca de R$ 0,25 a menos que o preço atual. Esse aumento da média é de quase 6% e maior do que a inflação da RMF (Região Metropolitana de Fortaleza), entre os meses de janeiro e maio, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O índice registrado nesse período foi de 3,04%.

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Cotidiano Destaque3

Bolsonaro anuncia redução no preço da gasolina nas refinarias. Em Fortaleza, preço praticado é R$ 1,7373 pelas refinarias

O presidente Jair Bolsonaro anunciou, nesta terça-feira (11), em sua conta no Twitter, a redução no preço do litro da gasolina nas refinarias. Segundo o presidente, o preço médio do combustível vendido às distribuidoras caiu de R$ 1,81 para R$ 1,75. De acordo com a Petrobras, a redução no preço médio foi de 3%.

Pela tabela da Petrobras, o menor valor praticado pelas refinarias é na cidade de São Luís (R$ 1,59). Em seguida, vêm as cidades de Itacoatiara, no Amazonas ( R$ 1,62); Ipojuca, em Pernambuco (R$ 1,65); e Guamaré, no Rio Grande do Norte, e Manaus (R$ 1,66).Os maiores preços estão em Brasília (R$ 1,89), Senador Canedo, em Goiás (R$ 1,88) e Uberaba (R$ 1,87), e Uberlândia (R$ 1,85), ambas em Minas Gerais.

Em Fortaleza, a gasolina é vendida pelas refinarias por R$ 1,7373, o diesel S500 R$2,0981 e o diesel S1000 2,1428.

Segundo a Petrobras, a política de preços para a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras tem como base o preço de paridade de importação, formado pelas cotações internacionais desses produtos mais os custos que importadores teriam, como transporte e taxas portuárias.

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Nacional Destaque1

Petrobras reduz preço de gasolina e diesel em R$ 0,13 nas refinarias

A Petrobras anunciou, na noite desta sexta-feira (31), redução nos preços da gasolina e do diesel nas refinarias. A gasolina teve uma redução de R$ 0,1399 por litro e o diesel, de R$ 0,1383 no valor médio às distribuidoras no país. O novo valor vale a partir da meia-noite deste sábado (1º).

No início da noite, o presidente Jair Bolsonaro postou sobre o anúncio da estatal em sua conta do Twitter.

O preço final ao consumidor, contudo, vai variar de acordo com o local de venda do combustível, pois sobre o valor entregue pelas refinarias incidem impostos municipais e estaduais, além do custo operacional e da mão de obra e da margem de lucro das empresas.

Entre as refinarias com o menor preço da gasolina estão as de São Luis (MA), que vende o litro a R$ 1,78; Itacoatiara (AM), R$ 1,82, e Manaus (AM), a R$ 1,85. Entre as que praticam os valores mais altos estão as de Brasília, R$ 2,08, e Uberaba (MG), R$ 2,07.

No diesel S500, o mais comum nas estradas, os menores preços são praticados pelas refinarias de Itacoatiara (AM), R$ 2,17; Manaus (AM), R$ 2,20, e Maceió, R$ 2,21. Os maiores preços do diesel S500 estão nas refinarias de Uberaba (MG), R$ 2,40, Brasília, R$ 2,41, e Uberlândia (MG), R$ 2,41.

Na refinaria Duque de Caxias, que abastece o estado do Rio, maior produtor de petróleo do país, o litro da gasolina será vendido a R$ 1,97 e o diesel S500, a R$ 2,31. Na refinaria de Paulínia (SP), o litro da gasolina custará R$ 1,99 e o diesel, R$ 2,31.

Política de preços

Segundo a Petrobras, a política de preços para a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras tem como base o preço de paridade de importação, formado pelas cotações internacionais destes produtos mais os custos que importadores teriam, como transporte e taxas portuárias, por exemplo.

“A paridade é necessária porque o mercado brasileiro de combustíveis é aberto à livre concorrência, dando às distribuidoras a alternativa de importar os produtos. Além disso, o preço considera uma margem que cobre os riscos (como volatilidade do câmbio e dos preços)”, explicou a estatal.

A Petrobras destacou também que a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras são diferentes dos produtos no posto de combustíveis: “São os combustíveis tipo A, ou seja, gasolina antes da sua combinação com o etanol e diesel também sem adição de biodiesel. Os produtos vendidos nas bombas ao consumidor final são formados a partir do tipo A misturados a biocombustíveis. Os preços que divulgamos aqui se referem aos produtos tipo A”.

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Estadual

Protesto: em nota, Ceasa-CE diz que não houve reajuste de taxas na Ceasa de Tianguá

A repercussão  dos protestos de produtores de frustras e verduras na Ceasa de Tianguá provocou, nessa quarta-feira (22), uma resposta da Ceasa-Ceará que, por meio de uma nova, encaminhou ao Jornal Alerta Geral os seguintes esclarecimentos.

Diz a nota:

‘’Em respeito à paralisação ocorrida na manhã desta terça-feira, 21 de maio, no entreposto da Ceasa em Tianguá, a Diretoria da Ceasa-CE vem a público esclarecer que o movimento está sendo realizado por um grupo de comerciantes que se dizem insatisfeitos com as condições estruturais e com os valores cobrados pela CEASA.

Sobre o assunto, a Diretoria da Ceasa-CE tem a esclarecer que:

1)        Este ano não houve nenhum reajuste nos preços praticados na tabela de cobrança da CEASA-CE. O último reajuste ocorreu em julho de 2018 e o formato de cobrança é o mesmo há vários anos. 

2)        Os encaminhamentos para a realização de reforma da Ceasa Tianguá estão avançando. Já temos, inclusive, um contrato assinado com a empresa que realizará as intervenções, restando a emissão da Ordem de Serviço. Porém, como o terreno que abriga a central de abastecimento foi cedido pela CONAB, alguns procedimentos legais ainda precisam ser solucionados para que sejam iniciadas as obras. Para isso, a Diretoria da Ceasa-CE vem tratando constantemente com a diretoria da CONAB em Fortaleza e em Brasília, com o objetivo de dar m aior celeridade ao processo”.

A nota da Diretoria da Ceasa-Ceará não responde ao principal ponto dos protestos dos produtores: o elevado valor das taxas cobradas para a comercialização de frutas e verduras.

Com informações do Ceara Agora, para o jornal alerta geral, Carlos Alberto:

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Petrobras reajusta gás de cozinha em 3,43% a partir de domingo

A Petrobras vai reajustar o valor do botijão de 13 quilos de gás de cozinha (Gás Liquefeito de Petróleo ou GLP Residencial) em 3,34%. O valor será repassado para as distribuidoras sem a cobrança de tributos. Desse modo, o preço do botijão de 13kg vai custar aproximadamente R$ 26,20.

O último reajuste ocorreu no dia 5 de fevereiro, exatamente há três meses, quando o valor do gás de cozinha subiu para R$ 25,33 para as distribuidoras.

Em nota, o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás) informou que as empresas distribuidoras associadas à entidade foram comunicadas na tarde de hoje pela Petrobras que o GLP residencial para embalagens de até de 13kg ficará mais caro a partir do próximo domingo. De acordo com o Sindigás, o reajuste oscilará entre 3,3% e 3,6%, de acordo com o polo de suprimento.

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Estadual Economia

Inflação: Fortaleza apresenta variação do tomate de até 40%, de acordo com a Conab

O 4º boletim Prohort, divulgado nesta terça (16), pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), alerta que os consumidores devem se preparar para o reflexo da inflação nas hortaliças, em especial o tomate. Os preços de comercialização desse produto nos principais mercados atacadistas do país nunca estiveram tão altos. A variação do preço do tomate chega 40% em Fortaleza.

No mês passado, a elevação foi registrada em todas as Centrais de Abastecimento (Ceasas) pesquisadas pela Conab. E a tendência é que, segundo o boletim, os preços continuem aumentando em abril. A notícia prejudica a preparação das tradicionais ceias de Páscoa em todo o país. Já na primeira quinzena de abril, o produto registra o maior preço praticado desde o início da série histórica.

“A performance dos preços elevados em março é consequência direta das menores quantidades ofertadas do fruto aos mercados, uma vez que as condições climáticas não favoreceram o desenvolvimento nas lavouras”, explica a gerente de Modernização do Mercado Hortigranjeiro da Conab, Joyce Rocha Fraga.

De acordo com o Boletim, outra hortaliça de destaque foi a batata. Mas, apesar da ascensão de preços desde outubro de 2018, esse movimento de alta tem perdido força.

O levantamento é feito mensalmente pelo Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro (Prohort) da Conab, a partir de informações fornecidas pelos grandes mercados atacadistas do país dos principais estados como Ceará, São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.